Casa sem barreiras

Espaços abertos e totalmente integrados são conceitos que definem o estilo de morar

iG Minas Gerais | Ana Paula Braga |

Projeto de Marina Dubal traz equilíbrio na junção dos espaços e peças curingas
henrique queiroga/Divulgação
Projeto de Marina Dubal traz equilíbrio na junção dos espaços e peças curingas
Espaços abertos e totalmente integrados são os principais conceitos que definem a proposta de criação de um loft. A ideia de compor uma casa com fluidez e com ambientes que dialogam entre si tem agradado muitos moradores por aí, principalmente jovens casais e pessoas solteiras.   Independentemente do motivo ou da tendência de mercado, morar em espaços com metragens reduzidas exige criatividade – e muita! Saber aproveitar cada cantinho da casa e, ao mesmo tempo, tornar o ambiente agradável, aconchegante, mas sem excessos, pode ser uma questão de planejamento, ainda mais quando os espaços conectados se tornam um só. “É sempre um desafio a mais à criatividade, pois nesses casos a funcionalidade deve estar totalmente integrada com a estética, a fim de otimizar os espaços reduzidos”, ressalta a arquiteta Gabriela Vieira.    Esse partido arquitetônico, que aceita muito bem os estilos contemporâneos, minimalistas e urbanos, permite inúmeras possibilidades no décor que ajudam a dar uma sensação de amplitude. Para garantir uma unidade visual, a dica é trabalhar a junção dos ambientes de forma bem-delineada, priorizando a harmonia e o equilíbrio entre as peças escolhidas, a marcenaria, as cores e os revestimentos, entre outros recursos. “Para que a sensação de amplitude – o grande diferencial do loft – seja valorizada, é importante investir num mesmo acabamento e em um projeto luminotécnico que abrace todos os ambientes”, explica a arquiteta Marina Dubal.

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