A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras. Muita gente anda criticando a atitude de R10 no jogo diante do Lanús, quando ele, ao ser substituído, não voltou para o banco, mas ficou no vestiário até o fim da partida. Acho que existe um grande exagero por parte dos críticos, e uma grande injustiça contra o craque. Afinal, nenhum jogador gosta de ser substituído, ainda mais em jogo decisivo. Para mim, R10 nem estava jogando mal. Por estar sendo muito marcado, ele não conseguiu render o esperado, apesar de que a gente espera que, mesmo muito marcado, ele sempre consiga alguma coisa mágica, como aquele gol em cima do nosso freguês mineiro em que ele driblou pelo menos seis jogadores rivais e fez um gol antológico. Eu tenho certeza de que tudo isso será esquecido quando R10, na partida de volta, arrebentar com o jogo e conduzir o Galo para mais um título internacional. A voz Celeste O maior de Minas volta ao gigante da Pampulha depois de quase dois meses e mostra que é um dos favoritos ao título, senão o maior favorito. Mesmo sem apresentar um futebol à altura do que estamos acostumados, vencemos o Vitória por 3 a 1. Ricardo Goulart e Everton Ribeiro mostraram que estão preparados para servir a nova seleção brasileira. Mas, como sempre, quem fez bonito foi a nação celeste, que, em uma quinta-feira de frio, colocou mais de 25 mil pessoas no estádio. Os torcedores foram guerreiros que incentivaram o tempo todo. Dagoberto no banco porque tem que se preservar. William com o seu destino incerto. Marlone que ainda não se firmou. Resta Marquinhos, que não está no nível dos demais. Tomara que queime minha língua, mas o jogador não se firmou no Palmeiras nem no Vitória. Como pode ser titular no Cruzeiro?   Avacoelhada Adalberto faz parte da história americana. O jogador foi citado por Carlos Paiva por ter sido convocado para a seleção sub-20, atuando pelo América. Mais um episódio de atleta formado na base e não aproveitado diretamente no time profissional. O zagueiro artilheiro retorna ao clube de origem, depois de ter jogado na Bélgica, no interior mineiro e no América-RN. Caso repita o bom desempenho, vai ser reforço com capacidade de disputar a titularidade. Enquanto um prata da casa voltou, outro saiu. Anderson Tchentchen, campeão brasileiro sub-20, participante da Libertadores, e com experiência no Porto, de Portugal, sem chances na equipe principal do Coelhão, foi para o sub-23 do Internacional. Caminho parecido com o de Juan Jesus, que jogou pelo Coelhãozinho, desde o infantil até o júnior, saiu para o Inter-RS e agora está no de Milão.  

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