Justiça expede prisão preventiva de Sininho e outros 22 ativistas

Medida foi adotada após denúncia do Ministério Público (MP) Estadual que entendeu que os manifestantes se reuniram para realizar várias práticas criminosas

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Justiça do Rio de Janeiro expediu mandado de prisão preventiva contra Elisa Quadros, a Sininho, e outros 22 manifestantes por associação criminosa armada (formação de quadrilha). Todos são acusados de atos violentos ocorridos nas manifestações no Estado. A medida foi adotada após denúncia do Ministério Público (MP) Estadual, que aponta Sininho como líder do grupo.

Dois ativistas que permaneciam detidos, Tiago Teixeira Neves da Rocha e Eduarda Oliveira Castro de Souza, não foram citados no texto encaminhado pelo MP e serão soltos. Além da dupla, outros três dos 26 manifestantes que tiveram mandado de prisão pedido pela Polícia Civil, não foram denunciados.

O promotor Luís Otávio Figueira Lopes, da 26ª Promotoria de Investigação Penal, entendeu que depois de junho de 2013 até junho deste ano, todos os citados pelo MP se encontraram com a finalidade de praticar crimes como: posse de artefato explosivo, corrupção de menor, dano básico e qualificado, resistência e lesão corporal (consumada e tentada). 

Ativistas permanecerão no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste, do Rio de Janeiro.

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