Rebeldes restringem acesso a destroços do voo MH17

O porta-voz da OSCE disse que o ritmo das investigações vai depender exclusivamente do acordo com os rebeldes

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A woman with a child walks past the crash site of a passenger plane near the village of Grabovo, Ukraine, Thursday, July 17, 2014. Ukraine said a passenger plane carrying 295 people was shot down Thursday as it flew over the country, and both the government and the pro-Russia separatists fighting in the region denied any responsibility for downing the plane. (AP Photo/Dmitry Lovetsky)
Associated Press
A woman with a child walks past the crash site of a passenger plane near the village of Grabovo, Ukraine, Thursday, July 17, 2014. Ukraine said a passenger plane carrying 295 people was shot down Thursday as it flew over the country, and both the government and the pro-Russia separatists fighting in the region denied any responsibility for downing the plane. (AP Photo/Dmitry Lovetsky)

Os primeiros observadores internacionais chegaram no começo da noite desta sexta-feira(18) ao local da queda do avião da Malaysia Airlines na Ucrânia e relataram dificuldades em acessar os destroços.

O grupo de 30 oficiais da Organização de Segurança e Cooperação da Europa (OSCE), relatou que um guarda armado, pertencente ao grupo separatista pró-Rússia que controla a região, deixou apenas 17 dos representantes da OSCE entrarem na área por cerca de 75 minutos.

As tensão das conversas para permitir a presença dos observadores no local levou a disparos de armas de fogo, segundo o porta-voz da OSCE, Shiv Sharma. "O disparo foi para cima, ninguém foi colocado em situação de perigo", informou.

A OSCE é a agência responsável pela mediação entre o governo ucraniano, as autoridades russas e representantes dos separatistas. Os observadores chegaram à vila de Hrabove após receberem garantias de segurança dos rebeldes que controlam a área ao redor do local onde caiu o avião.

O grupo pretende passar a noite em Donetsk e planeja voltar no sábado (20)  pela manhã ao local da queda. O papel da organização europeia é negociar os termos em que a inspeção internacional será feita.

O porta-voz da OSCE disse que o ritmo das investigações vai depender exclusivamente do acordo com os rebeldes. Eles haviam concordado em liberar o acesso dos observadores em conversas com autoridades ucranianas e russas na última quinta-feira. Fonte: Dow Jones Newswires.

Leia tudo sobre: CriseUcrâniaRússiaMalaysia AirlinesQuedaAviãoConflitoPró-RússiaRebeldesMundoTragédiaMortesabatimento