Tragédia aérea na Ucrânia atinge ao menos 11 países

A Malaysia Airlines informou ainda que a companhia dará US$ 5.000 para os familiares das vítimas e os levará ao local da queda, caso queiram

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

A woman with a child walks past the crash site of a passenger plane near the village of Grabovo, Ukraine, Thursday, July 17, 2014. Ukraine said a passenger plane carrying 295 people was shot down Thursday as it flew over the country, and both the government and the pro-Russia separatists fighting in the region denied any responsibility for downing the plane. (AP Photo/Dmitry Lovetsky)
Associated Press
A woman with a child walks past the crash site of a passenger plane near the village of Grabovo, Ukraine, Thursday, July 17, 2014. Ukraine said a passenger plane carrying 295 people was shot down Thursday as it flew over the country, and both the government and the pro-Russia separatists fighting in the region denied any responsibility for downing the plane. (AP Photo/Dmitry Lovetsky)

A Malaysia Airlines divulgou nesta sexta-feira (18) uma atualização das nacionalidades dos passageiros do voo MH17, que caiu no leste da Ucrânia, região de conflito entre separatistas pró-russos e o Exército ucraniano.

A empresa disse em coletiva de imprensa que somente quatro passageiros ainda não têm a nacionalidade definida.

No entanto, o presidente americano, Barack Obama, confirmou a morte de um americano, Quinn Lucas Schansman, que ainda não havia sido identificado.

O Boeing-777 levava 298 pessoas a bordo, sendo:

- 189 holandeses - 44 malasianos (incluindo a tripulação de 15 pessoas) - 27 australianos - 12 indonésios - nove britânicos - quatro alemães - quatro belgas - três filipinos - um canadense - um neozelandês

A Ucrânia recolheu 181 corpos até agora.

A Malaysia Airlines informou ainda que a companhia dará US$ 5.000 para os familiares das vítimas e os levará ao local da queda, caso queiram.

Vítimas

O ex-presidente da Sociedade Internacional da Aids, Joep Lange, era um dos cerca de cem pesquisadores que viajavam para uma conferência sobre Aids em Melbourne, na Austrália.

O holandês Cor Pan chegou a brincar sobre a possibilidade do avião desaparecer, em referência ao sumiço de outro avião da Malaysia Airlines em março. Ele ia para Malásia de férias com a namorada Neeljte Tol.

Glenn Thomas, ex-jornalista e assessor de imprensa da Organização Mundial da Saúde, também viajava para a conferência da Aids. Thomas é britânico e trabalhou para BBC.

Yuli Hastini, o marido holandês, John Paulisen, e os filhos planejavam visitar o túmulo da mãe de Hastini quando chegassem à Malásia. Hastini não pode comparecer ao funeral da mãe, que morreu no ano passado, mas queria prestar uma homenagem. Arjuna tinha 5 anos e Sri, três.

A aeromoça Nur Shazana Mohd Salleh, 31, era uma das comissárias malasianas a bordo do MH17. Ela trabalhava na Malaysia Airlines há nove anos.

O senador holandês Willem Witteveen estava no voo com sua mulher e filha.

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