Um cozinheiro simpático e ansioso

iG Minas Gerais | Lygia Calil |

Felipe Rameh na cozinha-show da nova casa, o Alma Chef, que congrega restaurante, escola, loja e espaço para eventos
Mariela Guimarães
Felipe Rameh na cozinha-show da nova casa, o Alma Chef, que congrega restaurante, escola, loja e espaço para eventos

Pelas ruas de Lourdes, no caminho entre o Trindade e o Alma, é possível ver como o chef é conhecido por ali. Simpático, cumprimenta e conversa com várias pessoas, na pausa para um misto de queijo minas e suco de laranja na padaria.

Para a tristeza das assessoras de imprensa que trabalham com Rameh, ele fala – e fala tanto que, às vezes, se arrepende. “Sou muito ansioso, falo mais do que devo”, admite. Prova disso foi anunciar o Alma a jornalistas um ano e meio antes do planejado, quando nem nome o projeto tinha.

Ainda com sacos de cimento na porta e a construção incompleta, levou para o espaço as aulas de gastronomia que dava no Trindade. Por fim, deu uma entrevista à “Folha de S. Paulo” que desceu mal na garganta da mídia local, com detalhes do funcionamento uma semana antes de a casa abrir. “Não aguentei esperar”, justifica.

Muito além da ansiedade, ele se define como “teimoso, criativo, perfeccionista (aprendendo a dosar, para não ficar ‘xarope’), trabalhador”. De defeito, diz que poderia se planejar melhor. “Eu sei que, quando chego, resolvo. Então meio que me acomodo nisso”, diz. 

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