Avenida poderá ter trânsito liberado até neste sábado

Defesa Civil aguarda instalação de sinalização e de proteções para autorizar circulação de veículos

iG Minas Gerais | Luiza Muzzi |

Trabalhos de limpeza do local do acidente estão em fase final
FERNANDA CARVALHO - 16.7.2014
Trabalhos de limpeza do local do acidente estão em fase final

A liberação do trânsito na avenida Pedro I, na região onde uma alça do viaduto Batalha dos Guararapes desabou, há duas semanas, matando duas pessoas e ferindo outras 23, pode acontecer até neste sábado. Na manhã desta quinta, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil afirmou estar “bastante otimista” quanto ao retorno do tráfego ainda nesta semana. Para que isso aconteça, o órgão aguarda ainda a finalização do trabalho de escoramento da alça do viaduto que não caiu, a sinalização do pavimento – incluindo a construção de áreas de segurança para pedestres –, a lavagem da via e a preservação do local de segurança para o trabalho pericial. Também serão colocadas barreiras, as chamadas defensas, no entorno das escoras para protegê-las caso algum veículo passe em alta velocidade quando o trânsito for liberado. “Todo trabalho que envolve área de desastre é muito imprevisível, então optamos por não dar um prazo, mas está tudo bem adiantado, e estamos muito otimistas quanto à liberação da via em breve. Agora só faltam realmente os aspectos de segurança”, afirmou o coordenador da Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas. Vistorias. Enquanto os trabalhos para a liberação do trânsito são feitos, continuam sendo vistoriados tanto os imóveis próximos ao Batalha dos Guararapes quanto os viadutos da avenida Pedro I. Até então, nenhum sinal de risco foi encontrado, segundo a Defesa Civil. Já a Polícia Civil aguarda a total retirada da parte do viaduto que está acima do pilar que afundou para que possa dar início à análise de sua estrutura. A pedido dos peritos, o entorno desse pilar foi protegido com chapas de aço para evitar que restos da demolição caiam no local. Enquanto isso, o delegado Hugo Silva, responsável pelo caso, segue ouvindo testemunhas e envolvidos no caso. Até nesta quinta, 43 pessoas tinham prestado depoimento. 

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