Após quase 20 dias, morte de mineira no Panamá ainda é mistério

Família publicou no Facebook uma mensagem em que fala que Graziella Cavalcanti teria se matado, e não sido assassinada como veiculado pela imprensa brasileira e estrangeira

iG Minas Gerais | CAMILA KIFER |

Família diz que jovem se matou
Reprodução / Facebook
Família diz que jovem se matou

Após quase 20 dias, morte da mineira Graziella Cavalcanti, de 37 anos, na Cidade do Panamá, na América Central, ainda é um mistério. A professora de artes marciais é filha do advogado José Arteiro Cavalcante Lima, que atuou como assistente de acusação no caso Eliza Samudio, que ainda não foi encontrado para comentar sobre o caso.  

No primeiro momento, a filha mais nova do advogado passou, por meio do telefone,  algumas informações sobre o acontecido. Após alguns dias, a família preferiu se manifestar por meio de redes sociais na internet. Nesta quinta-feira (17), uma das irmãs de Graziella postou no perfil de seu escritório, no Facebook, uma mensagem em que explica que a morte da irmã não teria sido um assassinato, como a imprensa brasileira e estrangeira noticiaram inicialmente. O texto afirma que a professora teria se matado.

Nessa quarta (16), a família publicou uma outra postagem, na página do escritório, em que afirmava que o caso estava sob segredo de Justiça. E pedia para a imprensa não publicar fatos sem a confirmação dos familiares. O texto foi assinado por José Arteiro e Aline Cavalcanti.

O advogado tem utilizado sua página no Twitter para agradecer as mensagens de consolo de seus seguidores.

A reportagem de O TEMPO entrou em contato com o Ministério de Relações Exteriores, em Brasília, que informou apenas que acompanha o andamento das investigações, junto as autoridades locais competentes.

Entenda 

Graziella foi encontrada morta na madrugada de quinta-feira (10) na Cidade do Panamá, na América Central, no apartamento em que morava sozinha.

Jornais locais, como critica.com.pa, afirmam que a professora de artes marciais foi localizada no interior de seu apartamento com cortes no pescoço, outros sinais de violência e em estado de decomposição.

A princípio a polícia descarta suicídio e latrocínio - roubo seguido de morte-,  já que o apartamento não estava arrombado, ainda segundo jornais locais. 

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