Problema em rompedor hidráulico que destrói viaduto é tema de reunião

Moradores de dois condomínios vizinhos a estrutura que caiu há duas semanas, no bairro São João Batista, em Venda Nova, se encontraram para esclarecer pontos importantes na demolição de parte do concreto que ainda está preservado

iG Minas Gerais | CAMILA KIFER |

Trabalho para liberação do trânsito na avenida Pedro I ainda não foi concluído
MARIELA GUIMARAES / O TEMPO
Trabalho para liberação do trânsito na avenida Pedro I ainda não foi concluído

Aproximadamente 84 moradores dos dois condomínios de prédios, localizados ao lado do Viaduto Batalhas dos Guararapes, no bairro São João Batista, em Venda Nova, que desabou há duas semanas, se reuniram para discutir o andamento da retirada de parte da estrutura que ainda permanece no local. No encontro desta quarta-feira (16), a interrupção dos trabalhos devido a um equipamento com problemas foi o ponto da discussão.

Conforme informações da advogada Ana Cristina Drumond, que representa esses moradores, o rompedor hidráulico que era utilizado para colocar abaixo a estrutura parou os trabalhos, nesta tarde, em função de problemas no equipamento. “Caso a máquina que substituirá essa que estragou hoje (quarta-feira) venha a provocar mais tremores, nós tomaremos medidas para que se interrompa os trabalhos. Claro que iremos utilizar, inicialmente, a forma verbal e se não obtivermos sucesso tomaremos outras medidas”, declarou.

A vistoria cautelar, que pretende identificar possíveis danos causados pelo desabamento dentro de cada imóvel, e a possibilidades de indenização também foram pontos debatidos por moradores. 

Mesmo sem uma data exata para início das atividades, a Defesa Civil declarou que a vistoria deve começar ainda nesta semana. A expectativa inicial é de que os trabalhos durem quatro dias em cada bloco.

A reportagem de O TEMPO entrou em contato com a assessoria imprensa da Defesa Civil municipal, por meio do telefone, para saber qual o problema do rompedor hidráulico, sitado pela advogada, e se o equipamento será substituído ainda nesta quinta-feira (17), mas, não obtivemos sucesso. 

Trânsito

A data de liberação do tráfego no trecho ainda é indefinida. A Defesa Civil Municipal havia programado a liberação do trecho, para o último sábado (12) o que não aconteceu. 

Enquanto o tráfego na via não é liberado, o trânsito em vias paralelas como avenida Padre Pedro Pinto, Vilarinho e  Doze De Outubro seguem registrando longos congestionamentos ao longo do dia.

 

 

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