Inspirado na Copa para erguer a taça

Alemanha, Holanda e Argentina são exemplos para o time alvinegro na decisão continental

iG Minas Gerais | Fernando Almeida |

Craque de volta. 
Ronaldinho vai reaparecer no time alvinegro em uma partida oficial, o que não acontece desde a eliminação na Libertadores, há mais de dois meses
LEO FONTES / O TEMPO
Craque de volta. Ronaldinho vai reaparecer no time alvinegro em uma partida oficial, o que não acontece desde a eliminação na Libertadores, há mais de dois meses

Reerguer e buscar o topo novamente; aproveitar o estímulo gerado pelo bom futebol visto na Copa do Mundo e provar a todos que a qualidade existente no grupo é o bastante para voltar a levantar um troféu em busca de uma nova força para se manter no auge.

O Atlético entra em campo nesta quarta para deixar de vez no passado as frustrações da perda do Campeonato Mineiro e a eliminação precoce na Copa Libertadores para o Nacional de Medellín-COL, nas oitavas de final. A partida contra o Lanús-ARG tem início marcado para as 22h no Estádio La Fortaleza, na Grande Buenos Aires, e será o primeiro dos dois passos necessários para o Galo voltar a erguer uma taça, algo não visto desde o triunfo na Libertadores de 2013 – o duelo de volta acontecerá no dia 23, no Mineirão.

E o reinício da caminhada na temporada não poderia ter uma inspiração melhor do que a recém-finalizada Copa do Mundo no Brasil como pano de fundo, regado por ótimos exemplos a serem seguidos e um clima de imprescindível renovação no futebol brasileiro.

Contudo, as mudanças para que o trajeto rumo ao modelo ideal possa ser construído sem a pressão vinda do campo terão de ser, por enquanto, de atitude. Nos bastidores, o Atlético pouco trabalhou durante o Mundial; pelo menos não mostrou o resultado com contratações e outras alterações no elenco para o crescimento do clube continuar a todo o vapor.

Neste último mês, a cúpula alvinegra fechou apenas a aquisição de Maicosuel – enquanto outros clubes se reforçaram mais – e perdeu algumas peças como Lee, Otamendi, Rosinei, Neto Berola e Fernandinho. Vale lembrar, claro, que o elenco à disposição terá o retorno, neste segundo semestre, do meia-atacante Luan, importante peça de velocidade no setor ofensivo atleticano.

Modelos. A Copa do Mundo foi recheada de exemplos a serem seguidos e características-chave, como toque de bola – com paciência e precisão – e velocidade objetiva, que estiveram presentes nas seleções que foram as sensações do torneio internacional, como a campeã Alemanha, a Argentina e a Holanda.

Entre os germânicos, destaca-se o conjunto moldado pelo Bayern de Munique, enquanto argentinos e holandeses tinham a incisividade ofensiva e a equipe compacta – requisito primordial para o sucesso defensivo – como fatores-chave para o bom desempenho no Brasil.

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