Reforço celeste, Manoel admite força física, mas revela medo de avião

Jogador, que deve estrear no Brasileiro pela Raposa nesta semana, disse que desde pequeno se preocupou em treinar bastante

iG Minas Gerais | DIEGO COSTA |

Contratado recentemente, Manoel chega para reforçar defesa e bola aérea
Cruzeiro/Divulgação
Contratado recentemente, Manoel chega para reforçar defesa e bola aérea

Aos 24 anos, o zagueiro Manoel chegou ao Cruzeiro como um dos principais reforços para a sequência do Campeonato Brasileiro. Com 1,81m, o jogador pretende se tornar um dos "xerifes" da defesa celeste, que já conta com nomes como Dedé e Bruno Rodrigo, os atuais titulares da equipe do técnico Marcelo Oliveira. Desde os tempos de categoria de base, ainda no Atlético-PR, ele se destacava pela força física, que causava medo nos adversários. Em última entrevista que deu, em tom descontraído, o jogador bateu no braço direito, ao comentar sobre o porte físico dele. "Na verdade, desde moleque eu já gostava de fazer academia, treinar bastante. Os caras até me chamavam de gato, falavam que não era de 1990, não tinha condição de eu ser de 1990. Falavam que estavam com medo de mim, mas era só brincadeira", comentou o atleta. No antigo clube, ele marcou 17 gols em 260 jogos. No Cruzeiro, o jogador espera repetir a boa fase que viveu no time paranaense. Ele acredita que as características de jogo da Raposa e do Mineirão vão auxiliar no desempenho dele com a camisa estrelada. "A equipe do Cruzeiro muito rápida, leve, que toca muito a bola, sempre em direção ao gol. O importante é que, mesmo sendo zagueiro, sou um jogador rápido, gosto de tocar a bola, fazer o jogo girar muito rápido. E tocar, sair jogando. Isso é importante. Nesses amistosos que tivemos, foi importante. Jogamos contra equipes que tocam rápido, como a equipe do México. Jogo muito firme, muito duro. Eu acho que a gente jogou muito bem. Agora vamos nos adaptar aqui agora. Mineirão é um campo muito rápido. Lá (Paraná) é um pouco duro. Importante é todo mundo ajudar para vir o resultado", explicou o jogador. Apesar do tamanho, Manoel torna-se pequeno quando o assunto é viajar de avião. Ele afirma que, quando o tema surge, ele sofre em dose dupla: o próprio medo e as brincadeiras dos companheiros. "Tenho, na moral, muito medo. Sério mesmo. Viagem longa então é pior. Começa a tremer eu já penso que vai cair. A galera pega no meu pé. Falavam: 'Agora f..., Manoel. Vai cair mesmo, não vai ter jeito!'. Aqui, os caras ainda não perceberam. Eu fico quieto, com o fone de ouvido, então passa. Mas lá no Atlético-PR os caras pegavam no meu pé", concluiu.  

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