Auxiliar-técnico da Holanda diz que R10 tinha espaço no Brasil na Copa

Ex-companheiro de Ronaldinho no Barça, Patrick Kluivert fez inúmeros elogios ao meia brasileiro

iG Minas Gerais | Guilherme Guimarães e Daniel Ottoni |

Reprodução / Site Oficial
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BRASÍLIA (DF). A seleção brasileira decepcionou na Copa do Mundo e um dos problemas apresentados pelo time do técnico Luiz Felipe Scolari foi o meio-campo fragilizado, na marcação e armação. Sem um camisa 10 de origem, tanto é que o atacante Neymar utilizou o famoso manto eternizado por Pelé, o Brasil sofreu com a ligação entre a meiúca e o ataque.

Derrotado pela Holanda por 3 a 0 no jogo que definiu o terceiro colocado da Copa do Mundo, o Brasil poderia ter escrito uma história diferente no Mundial se tivesse um jogador: Ronaldinho Gaúcho. Isso, na opinão de Patrick Kluivert, atual auxiliar-técnico do técnico Louis Van Gaal e ex-companheiro de R10 no Barcelona.

“O Ronaldinho é um grande jogador. É um dos melhores brasileiros que o Barcelona já teve, grande pessoa e craque. Com certeza ele ainda poderia vestir a camisa da seleção brasileira na Copa, com toda sua qualidade. Mas, o técnico Luiz Felipe Scolari não fez essa escolha, uma pena”, comentou o ex-avante em conversa reservada com a reportagem do Super FC.

Em meados dos anos 2000, Patrick Kluivert foi companheiro de Ronaldinho Gaúcho, ainda quando o atual camisa 10 do Atlético atuava no Barcelona. Autor do gol de empate em 1 a 1 com o Brasil na Copa de 1998, na França, Patrick Kluivert sentiu a dor de ser eliminado pelo time canarinho naquele ano, nos pênaltis. Após garantir o terceiro lugar invicto na Copa ao enfrentar mais uma vez o escrete verde e amarelo, Kluivert comentou que sabe bem qual é o sentimento de ser derrotado em um Mundial.

"Não vejo como revanche pessoal essa nossa vitória. Todos os fãs do Brasil estão tristes e somos solidários a eles. Mas, também estamos muito contentes com o nosso resultado na Copa. Sabemos o quanto é triste perder. Ainda mais o Brasil, que caiu por 7 a 1, depois por 3 a 0”, finalizou citando as duas derrotas para Alemanha e Holanda, respectivamente.

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