Destinos atraem a seu modo

Alemanha e Argentina têm como destaques turísticos, respectivamente, rico acervo arquitetônico e natureza pródiga

iG Minas Gerais | Tânia Ramos |

O castelo de Neuschwanstein, erguido no interior da Baviera, inspirou a versão da Disney
Diogo Hot/divulgação
O castelo de Neuschwanstein, erguido no interior da Baviera, inspirou a versão da Disney

Um país mergulhado em história, arte e cultura, com muitos lugares e festas interessantes para explorar, a Alemanha é, certamente, um roteiro imperdível. Entre seus principais destinos, estão as cidades de Berlim, Munique, Frankfurt, Colônia, Hamburgo e Dresden, além da Floresta Negra, a mais antiga rota de turismo do país, famosa ainda por seus relógios cuco e torta homônima.

Na Alemanha, o visitante encanta-se com sua milenar arquitetura, que passeia de estilos clássicos (gótico, art déco, barroco, art nouveau, neogótico etc.) a contemporâneos, e suas paisagens maravilhosas. São castelos, vilas idílicas, vales alpinos, praias e lagos intocados, assim como cidades cosmopolitas, que tornam o país uma combinação singular.

A capital, Berlim, é uma metrópole frenética. Destruída durante a Segunda Guerra, renasceu das cinzas, preservou sua história e se modernizou, oferecendo um belíssimo acervo arquitetônico, noite vibrante e eventos culturais. Com a queda do muro, em 1989, a capital alemã se abriu para o mundo, ficou acessível e multicultural.

Munique reúne um incrível acervo arquitetônico-cultural, com muitos castelos e museus, além da oktoberfest, o maior festival de cerveja do mundo. “É uma festa maravilhosa, com as pessoas vestidas de trajes típicos, as mulheres com vestidos longos e corseletes. É animado e bonito de se ver”, relembra a operadora Vilma Alagiyawnna.

Centro financeiro do país e o maior da Europa continental, Frankfurt tem muitos atrativos – Câmara Municipal (Römer), a Catedral (Dom) e a Igreja de S. Paulo (Paulskirche), por exemplo –, assim como Colônia, Hamburgo, Dresden e todo o interior do país. Argentina

O país vizinho, que reúne nove patrimônios naturais e culturais (inclui o tango) da humanidade, eleitos pela Unesco, é igualmente atraente: seja no inverno, quando as pistas de esqui argentinas ficam lotadas, seja no verão, quando as atenções se dividem, principalmente, entre a capital portenha, de feições europeias, e a rota da uva e do vinho, na região de Mendoza. Numa estação ou noutra, a Patagônia argentina é sempre um bom programa turístico, dadas as suas singularidades.

Normalmente destacada como o principal polo produtivo argentino, é em Córdoba que o visitante vai se deparar com um dos mais belos – e preservados – acervos arquitetônicos coloniais do país. É lá no seu entorno, também, que se encontra um rico manancial de relíquias históricas e religiosas, herança dos jesuítas, além de um belo complexo montanhoso.

E ainda: no Parque Natural e Arqueológico Cerro Colorado, identificado como um centro cerimonial dos índios comechingones e sanavirones, estão as pinturas rupestres (pré-hispânicas) mais bonitas e completas do continente.

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