Herança veneziana

A porta principal da muralha dá acesso à maior das praças, a praça do Relógio

iG Minas Gerais | Paulo Campos |

Em frente à praça das Armas, está a Torre do Relógio, de 1602
Paulo Campos
Em frente à praça das Armas, está a Torre do Relógio, de 1602

A porta principal da muralha dá acesso à maior das praças, a praça do Relógio (ou das Armas), onde pulsa o coração da cidade, com incontáveis bares badalados, cafés, lojas de grife, de souvenir, antiquários, pizzarias e restaurantes, todos rodeados por edificações medievais.

A Torre do Relógio foi erguida na época que a cidade era protetorado veneziano – foram quatro séculos de muita prosperidade.

O setor mais antigo da muralha remonta ao século XII. Percorrer a pé toda a extensão da muralha é uma das experiências marcantes da visita em Kotor.

São 1.500 degraus (ou 5 km) até as ruínas do castelo de San Giovanni, passando pela igreja de Nossa Senhora da Saúde (século XII) e um pequeno museu arqueológico com sarcófagos greco-romanos. A vista da cidade, do rio, da fonte Grdic e da baía não pode ser descrita em palavras, deve ser sentida.

Kotor tem, pelo menos 15 igrejas, e nove palácios. Das igrejas católicas ortodoxas – destacam-se a do monastério de Santa Clara, com altar do século XVIII, em estilo barroco – a maioria da população de Montenegro é de religião ortodoxa –, e a de São Lucas (1195), com suas tumbas e afrescos do século XII.

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