Segurança é motivo de ataques

“É uma atitude perversa essa do governo federal em ter deixado as fronteiras abertas, entrando toda a droga possível”, disse Pimenta da Veiga

iG Minas Gerais | Larissa Arantes eTâmara Teixeira |

A segurança pública no Estado motivou, nessa sexta, a troca de acusações entre os candidatos ao Executivo de Minas. Pimenta da Veiga (PSDB) disparou contra a União. “É uma atitude perversa essa do governo federal em ter deixado as fronteiras abertas, entrando toda a droga possível”, avaliou em agenda de campanha na cidade de Betim, na região metropolitana da capital.

“É evidente que é conveniente, também, um policiamento ostensivo maior, mas de nada adianta (se continua entrando) tanta droga, fica muito difícil a ação da polícia”, completou.

O tucano ainda fez referência ao presidenciável Aécio Neves (PSDB) ao dizer que, se eleito, o controle das fronteiras será um dos primeiros atos de sua gestão. Além da visita a Betim, no início da tarde, Pimenta da Veiga esteve em Vespasiano, onde se reuniu com cerca de cem pastores da Assembleia de Deus. A Igreja tem 500 mil fiéis no Estado.

O ex-ministro e candidato do PT, Fernando Pimentel, por sua vez, se voltou contra o governo do Estado. Ele afirmou que tem ouvido reclamações dos prefeitos de que os municípios estão assumindo gastos e responsabilidades que são do governo.

Pimentel prometeu unificar as corporações. “Os prefeitos se queixam e com razão. Eles acabam ficando com a obrigação de colocar recursos para custeio da Polícia Militar e da Polícia Civil: gasolina de viaturas, manutenção, revisões. Às vezes pagamento de aluguel de onde funcionam os destacamentos, alimentação para os policiais. Isso pesa e custa para o município pequeno”, criticou. Pimentel se reuniu com 23 prefeitos da região de Barbacena, no Campo das Vertentes.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave