Bem cotado por mineiros, Marcelo deixa seleção brasileira para depois

Atual campeão brasileiro, treinador ficou atrás apenas de Pep Guardiola na preferência dos internautas do SuperFC

iG Minas Gerais | DIEGO COSTA/BRUNO TRINDADE |

Marcelo Oliveira revelou cobrança no intervalo do jogo, que surtiu efeito em campo
Associated Press
Marcelo Oliveira revelou cobrança no intervalo do jogo, que surtiu efeito em campo

O técnico Marcelo Oliveira foi o segundo nome mais votado pelos internautas do SuperFC para assumir o comando da seleção brasileira, na vaga de Felipão. Com 19%, ele ficou atrás somente de Pep Guardiola, que recebeu 34% dos votos. O treinador comentou a preferência dos mineiros e encara o assunto seleção brasileira com naturalidade.

“Pra ser bem sincero, faço meus planos e crio meus objetivos de acordo com o contrato que tenho. Meu objetivo é trabalhar no Cruzeiro até dezembro de forma intensa, tentar buscar títulos. O que vier será de forma bem natural”, disse Marcelo.

O técnico celeste também relatou como foi a acompanhar grande parte da Copa do Mundo fora do país, já que o Cruzeiro estava nos Estados Unidos.

“Ficamos fora (do país acompanhando a Copa). É uma visão diferente, não vimos todos os jogos, mas assistimos aos jogos do Brasil. Tinha alguns programas de TV dos EUA, e um canal mexicano, que estava em contato direto com o Brasil. A imagem lá fora do Brasil como país é maravilhosa, mostraram coisas muito boas, mas também exaltaram problemas sociais, que não podem ser encobertos pelos futebol, comentou. 

Além disso, o treinador avaliou o desempenho do Brasil, que vai disputar o terceiro lugar, diante da Holanda, após ser goleado pela Alemanha por 7 a 1. 

"A seleção estava com espirito muito bom, competitivo, mas não havia feito uma grande atuação até então. Infelizmente, saímos da Copa de forma frustrante”, ressaltou o treinador.

Sobre a final, entre Argentina e Alemanha, Marcelo acredita que os europeus chegam em melhores condições.

“Alemanha é um time equilibrado, consciente, ataca com muitos jogadores, tem uma distribuição no campo interessante, tudo fruto de um trabalho de mais tempo. É preciso acreditar no trabalho a longo prazo e, se for escolhida a pessoa certa, só pode dar bons resultados. Por isso aposto na Alemanha, mas o futebol tem a sua cota do imprevisível, do imponderável, tudo pode acontecer. A argentina tem um jogador acima da média (Messi) e tem se defendido muito bem. É só um chute, mas acho que será 1 a 0 pra Alemanha”, concluiu.