Perfil é variável conforme contexto do adolescente

iG Minas Gerais | Jan Hoffman |

Nova York. O pesquisador Joseph P. Allen descreveu uma biografia baseada no estudo. Aos 14 anos, o menino era popular. Conhecia muita gente, beijou mais de seis garotas, envolveu-se em pequenos problemas e se cercou de amigos de boa aparência.  

Aos 22 anos, o rapaz havia abandonado o ensino médio e tinha muitos problemas ligados à bebida, como faltar ao trabalho e prisões por dirigir bêbado. Ele está desempregado e ainda disposto a cometer pequenos roubos e atos de vandalismo.

Mas a pseudomaturidade sugere uma predileção; ela não é um instrumento de previsão estável. Uma adolescente do estudo teve inicialmente um perfil similar, com muitos namorados, amigas atraentes e uma queda por roubar lojas.

Contudo, aos 23 anos, segundo relato de Allen, “ela havia se formado na faculdade, não tivera mais problemas com comportamento criminoso, usava álcool de forma responsável e tinha um emprego bom”.

Mitchell J. Prinstein, professor de psicologia da Universidade da Carolina do Norte que estuda o desenvolvimento social de adolescentes, disse que, embora esses jovens desejem ser aceitos pelos colegas, estudos sugerem que os pais podem reforçar características que os ajudarão a suportar a pressão para serem legais demais, rápido demais. 

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