Aceitação do 2º filho foi difícil

iG Minas Gerais | Pam Belluck |

Nova York. Emily Guillermo, 23, de Horizon City, nos EUA, teve uma experiência suave e alegre com seu primeiro filho. Então, mesmo usando contraceptivos, ela ficou grávida de novo e entrou em depressão durante a gravidez, sentindo-se como se seu “corpo tivesse sido invadido”.  

Quando Benjamin nasceu, prematuro em seis semanas, Emily pensou: “Você não deveria ser meu, você não deveria ter sido concebido”.

Ela havia amado amamentar o primeiro, mas bombeou leite para Benjamin. “Eu não suportava tê-lo em meu peito. Como eu nunca o segurava no colo, ele começou a ficar com a cabeça achatada”. Com medo de machucá-lo, ela pensou em encontrar uma família para adotá-lo.

Remédios. A primeira medicação não funcionou. Suicida, Emily tentou saltar de um carro, mas o marido a impediu, dizendo: “Você vai amar Benjamin. Nós só precisamos colocá-la na medicação certa”.

A terceira combinação de medicamentos funcionou quando o bebê tinha 9 meses. Hoje Benjamin tem 1 ano e 9 meses, e seu desenvolvimento vai bem. “Sou sua mãe, e ele sabe. Acho que agora Benny também me ama”. 

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