Alckmin diz ser 'equívoco' achar que goleada influenciará eleições

De acordo com ele, a população brasileira sabe separar a questão eleitoral da "futebolística"; "Não tem nada a ver com eleição. Claro que está todo mundo triste, mas o povo separa muito bem"

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Alckmin diz que não irá se intimidar por ameaça de grupo criminoso
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Alckmin diz que não irá se intimidar por ameaça de grupo criminoso

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), avaliou nesta quarta-feira (9), que a derrota do Brasil para a Alemanha, por 7 a 1, não terá impactos nas eleições presidenciais deste ano. "É preciso separar bem eleição de futebol. Quem quer misturar as coisas comete um grande equívoco", afirmou.

De acordo com ele, a população brasileira sabe separar a questão eleitoral da "futebolística". "Não tem nada a ver com eleição. Claro que está todo mundo triste, mas o povo separa muito bem a questão eleitoral da questão futebolística. Há um momento de ressaca e tristeza, mas a eleição é só daqui a 3 meses", disse.

O governador compareceu ao velório do deputado Plínio de Arruda Sampaio na Paróquia São Domingos, em Perdizes, na zona oeste de São Paulo e na cerimônia de comemoração do 9 de julho, no Barro Branco, zona norte da capital.

"Aliás, se você for verificar, a última Copa que o Brasil ganhou foi em 2002, era o [mandato do presidente] Fernando Henrique e [o PSDB] perdeu a eleição. Então não tem essa relação. Mas todos estamos tristes porque esperávamos resultado melhor", completou.

SERRA

O ex-governador de São Paulo, José Serra, também esteve presente no funeral de Plínio. Na opinião dele, ainda não é possível avaliar os impactos da derrota na sucessão eleitoral. "Eu não sei qual é a produção política disso. Temos de aguardar os próximos dias e semanas", disse. "Não vou fazer hipóteses, porque fatalmente serão confundidas com desejos", acrescentou.

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