Houve quatro ameaças de bombas falsas na capital

Polícia Federal no Estado divulga nesta quinta balanço completo de operações durante evento

iG Minas Gerais | camila bastos |

Corporação informou que revistou 300 prédios atrás de explosivos
ALEX DE JESUS/O TEMPO
Corporação informou que revistou 300 prédios atrás de explosivos

Houve quatro ameaças de bomba durante a Copa do Mundo em Belo Horizonte – todas falsas –, segundo balanço preliminar divulgado pela Polícia Federal (PF) em Minas que contabiliza as ocorrências até o fim da tarde dessa terça. Houve revistas em 300 edifícios em busca de explosivos. O relatório completo das operações da corporação no Estado durante o Mundial será apresentado nesta quinta, dois dias após o último jogo da Copa do Mundo na capital – disputado nessa terça, no Mineirão. Segundo a PF, foram feitas vistorias antibomba em cerca de 150 veículos, inclusive ônibus oficiais das seleções de Alemanha, Argentina, Argélia, Bélgica, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Grécia, Inglaterra e Irã, que jogaram na capital, e do Uruguai, cujo time se hospedou em Sete Lagoas, na região Central. No Mineirão, na Pampulha, a segurança foi intensificada com vistorias frequentes durante a movimentação de pessoas e de materiais. O órgão acompanhou a escolta das 12 seleções que passaram por Minas durante o evento e de nove autoridades, incluindo o príncipe Harry, da Inglaterra. Barra Brava. Segundo a PF, quatro argentinos foram impedidos de embarcar rumo a Belo Horizonte, ainda em Buenos Aires, em operação conjunta com a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). Os suspeitos foram apontados como barra bravas, que são torcedores conhecidos internacionalmente por estarem envolvidos com atos violentos e pela ligação com o narcotráfico na Argentina.

Confins

Movimentação. Em dias de jogos, foi alto o fluxo de torcedores no aeroporto de Confins, na região metropolitana. Houve 6.326 entradas e 3.123 saídas de estrangeiros no Estado, segundo a PF.

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