EBR 1190SX Superfighter

Após ser adquirida pela Hero, da Índia, a EBR fez novos projetos inovadores e muito mais competitivos

iG Minas Gerais |

Motos 0 km tiveram queda, no geral, de 18% nos emplacamentos
Honda/Divulgação
Motos 0 km tiveram queda, no geral, de 18% nos emplacamentos
A Eric Buell Racing (EBR) é empresa uma americana que foi comprada pela Hero indiana. Com o aporte de capitais, abandonou os antigos motores da H-D, que usava anteriormente, adotando um moderno V2 (dizem que é da Ducati). De lá pra cá tem se destacado com modelos avançados e atraentes. Desta vez, seguindo tendência em moda, lança uma moto para uso urbano. A nova EBR 1190SX utiliza todos os atributos de sua irmã superesportiva, mas vem domada eletronicamente para ser pilotada nas ruas. O desenho, como se pode notar, é muito atraente, saindo da mesmice da aparência quase igual de todos os modelos de marcas diferentes. Destaque para o farol retangular e o enorme disco periférico com pinça de oito pistões no freio dianteiro. Motor domado   O motor da EBR 1190 é um V2, inclinado a 72°, de refrigeração líquida e com dois injetores por cilindro, que entrega uma potencia máxima de 185 cv e 14 kgfm a 8.200 rpm. Além de ser um modelo competitivo no visual e na motorização, a EBR 1190SX inova com o chassi de alumínio oco para receber os dezessete litros de combustível, expediente que contribui para baixar o centro de gravidade e melhorar a dirigibilidade. O tanque falso abriga o filtro de ar. Outra particularidade é o sistema de freio com disco periférico, ao extremo, que fica quase colado junto ao pneu e que realiza uma frenagem muito eficiente sem exercer torção durante a operação. O novo modelo está disponível nos EUA por US$ 17 mil (aproximadamente R$ 35 mil) nas cores branco, preto e vermelho. Mais informações: ebrmotorcycles.com. MOTONOTÍCIAS * Motos novas venderam muito menos em junho. Queda, no geral, foi de 18% nos emplacamentos. A líder Honda teve 4,5% de retração, e a Yamaha foi das poucas, seguida pela BMW, que teve aumento por conta de novos lançamentos. A Suzuki amargou 49% de perda de vendas. A crise financeira está sendo mais dura para o setor de motos. * Motos usadas, por outro lado, têm sido um negócio bom. A dificuldade de crédito para motos 0 km faz as lojas das seminovas sobreviverem. As trocas facilitam a transação, e os consumidores vão passando para um modelo mais novo sem se endividar demais. Comprar moto de uma empresa registrada e tradicional garante o direito do consumidor contra fraudes. * Boatos dão conta que o adicional de periculosidade dos motoboys será contestado pelos empresários. Mas uma coisa é certa: é uma lei constitucional sancionada que tem que ser cumprida. Pode demorar ainda a ser pago por processos técnicos do Ministério do Trabalho, mas desde o dia 19 de junho todos os motoboys já recebem mais 30% no salário. * No mercado de reposição de motopeças alguns nomes tradicionais sumiram do mercado e outros decaíram tanto que quase sumiram e sofrem pra retornar após todo um desenvolvimento para aprimorar a qualidade. Mas uma marca famosa, a Metal Leve, vem manchando seu nome com o kit de cilindro de CG 150, que apresenta defeitos acima da média. e o pior, a empresa nunca reconhece sua falha. * Os kits Metal Leve de cilindro de CG 150 com pistão e anéis, que apresentam defeitos recorrentes e visíveis, em alguns casos até o olho nu, têm sido recusados pelos mecânicos que não o recomendam e recusam a fazer o serviço com essa marca. Se o fazem, por insistência do proprietário da moto, não dão garantia do serviço. * Recall de 760 Harley – Davidson por problemas de freio dianteiro que pode não funcionar direito e causar a queda do piloto. Os modelos, de 2013 e 2014, são as Road King Classic, Street Glide e Ultra Limited. Procure a loja da marca o mais breve possível.

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