Com mais de mil testes feitos, Copa-2014 mantém jejum de doping

Foram 777 exames antes do Mundial, e mais 232 já com o bola rolando nos gramados brasileiros

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Foto de Maradona com uma enfermeira do controle de doping de 94 foi a última do
Foto de Maradona com uma enfermeira do controle de doping de 94 foi a última do "gênio" em Copas como jogador

Com mais de mil testes já realizados até o momento, a Copa do Mundo de 2014 estende para 20 anos o período sem que casos de doping sejam detectados em Mundiais.

O último atleta flagrado em um exame em Copas foi Diego Maradona. Em 1994, o argentino testou positivo para efedrina.

"Nunca vou dizer que não há doping no futebol, mas não há uma cultura de doping no futebol. Graças a uma política de combate e educação, conseguimos chegar a esses resultados", comemorou o presidente do comitê médico da Fifa, Michel D'Hooghe.

A entidade realizou 777 testes de sangue e urina antes do início da Copa do Mundo no Brasil, e mais 232 com a competição já em andamento (até o jogo 58), sem detectar nenhum resultado positivo. Todos os jogadores passaram pelo menos uma vez pelos exames.

Além da análise imediata do material coletado, os exames de cada atleta estão sendo guardados e serão comparados a futuros testes no chamado passaporte biológico de cada jogador.

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