Paulo Skaf prevê o maior gasto da eleição paulista

No Rio, soma de três candidatos chega a R$ 119 milhões, sem contar com petista Lindbergh

iG Minas Gerais |

Empresário, Paulo Skaf pretende gastar até R$ 95 milhões na disputa
NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO
Empresário, Paulo Skaf pretende gastar até R$ 95 milhões na disputa

São Paulo. O candidato ao governo de São Paulo pelo PMDB, Paulo Skaf, relacionou sua estimativa de gastos de campanha – a maior entre seus concorrentes – com a possibilidade de disputar o segundo turno das eleições este ano. “Em 2010, eu estava vindo pela primeira vez em um partido pequeno, com um minuto de televisão, com possibilidades muito limitadas e expectativa muito remota de segundo turno”, disse Skaf.

O peemedebista estimou despesas para a campanha deste ano em torno de R$ 95 milhões. Geraldo Alckmin, candidato à reeleição, estipulou teto de R$ 92 milhões, e Alexandre Padilha (PT), R$ 90 milhões. “Fazer uma previsão é uma coisa, não significa que vai gastar. Em 2010 quem menos gastou fui eu”, disse.

Em 2010, Skaf estimou gastos de R$ 62 milhões, em valores corrigidos, e ficou com pouco mais de 1 milhão de votos (4,56%). Desconhecido por cerca de 60% do eleitorado paulista, mas dono do maior tempo de TV no horário eleitoral gratuito, Skaf afirmou que pretende conquistar o eleitorado do interior do Estado apresentando-se como alternativa às candidaturas petista e tucana.

Rio de Janeiro. Três dos quatro principais candidatos ao governo do Rio pretendem gastar R$ 119 milhões na campanha. A conta não inclui a previsão de gastos do senador Lindbergh Farias (PT), não informada por sua campanha até o fechamento desta edição.

Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB) pretende gastar até R$ 85 milhões para permanecer no cargo. Os adversários Anthony Garotinho (PR), deputado federal e ex-governador do Rio, e o senador Marcello Crivella (PRB) devem gastar R$ 25 milhões e R$ 9 milhões, respectivamente. Em 2010, o então candidato do PMDB ao governo do Rio, Sérgio Cabral, previu gastar R$ 25 milhões, e fechou a conta em R$ 20,7 milhões, em valores da época.

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