Novas ações que despontam

iG Minas Gerais | Daniel Barbosa |

Avanço.Integrantes da Lupa, associação que propõe avançar com a cena a partir do que já existe
Célio Dutra / Divulgação
Avanço.Integrantes da Lupa, associação que propõe avançar com a cena a partir do que já existe

O cenário dos coletivos em Minas Gerais mudou, o que não quer dizer que tenha arrefecido. Novas empreitadas colaborativas continuam surgindo, algumas ainda cheirando a fraldas, atreladas ou não ao Fora do Eixo. Em Ribeirão das Neves, o coletivo Beat Selecter colaborou recentemente com o Semifusa na realização no Circuito Periférico, que ofereceu à população shows, debates e oficinas.  

Em Belo Horizonte, já com alguma estrada percorrida, a Rampa, que surgiu em estreita sintonia com o coletivo Pegada, se configura hoje como uma agência colaborativa de artistas, congregando os grupos Djambê, Valsa Binária, Aldan, Vitrolas e Quase Coadjuvante. “A gente mudou o foco um pouco: no início era realizar muitos eventos, agora é produzir e distribuir o material das bandas que integram. Vamos lançar o selo Rampa no segundo semestre, provavelmente em setembro”, diz Leo Moraes, do Valsa Binária.

Também na capital, a Lupa, que se identifica como uma associação de grupos e artistas, surgiu recentemente, em fevereiro deste ano, a partir de um programa do Sebrae de empreendedorismo para a música e sem vínculos com o Fora do Eixo. O grupo, que reúne músicos e produtores, quer propor ações a partir do que já está configurado no cenário, e para isso convida todos os interessados em discutir possíveis ações para um debate, batizado Encontro Conexão, na próxima quinta-feira, a partir de 9h, na sede do Sebrae (av. Barbacena, 286, Barro Preto). “Queremos avançar a partir do que já existe”, diz a produtora Suelen Pessoa. 

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