Responsabilidade nas costas

Raphael Montagner analisa a intensidade de seu papel na trama de “Vitória”, atual folhetim da Rede Record

iG Minas Gerais | belisa taam |

“Preciso de duas horas para relaxar e faço coisas que me distraiam, como malhar e pensar na família. O clima fica cercado de tensão”
Isabel Almeida/czn
“Preciso de duas horas para relaxar e faço coisas que me distraiam, como malhar e pensar na família. O clima fica cercado de tensão”

O jeito bem-humorado de Raphael Montagner se distancia da sua fase atual em “Vitória” – atual trama da Record, escrita por Cristianne Fridman. Para se recompor das cenas raivosas e intensas do neonazista Enzo, onde maltrata negros, nordestinos e homossexuais, o ator revela o cuidado redobrado para que a carga dramática do papel não influencie diretamente na sua rotina. “Preciso de duas horas para relaxar e faço coisas que me distraiam, como malhar e pensar na família. O clima fica cercado de tensão”, avalia ele, que está em seu segundo papel na Record, após interpretar o estudante Leandro de “Dona Xepa”, em 2013.

No texto de Cristianne Fridman, Enzo é um dos integrantes da quadrilha de vilões, liderada por Priscila, de Juliana Silveira. Para Raphael, o apoio entre os colegas de núcleo foi essencial na sequência da morte do flanelinha Sorriso, vivido por Izak Dahora. “Não é brincadeira enfiar a bota no rosto do outro ator e falar que ele é miserável por ser negro. O colorido das cenas fica por conta da sintonia do conjunto”, elogia o ator.

Preferências

Ator:Antonio Fagundes Atriz: Fernanda Montenegro Filme: “Menina de Ouro”, de Clint Eastwood, de 2005 Livro: “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez Autor: Clarice Lispector Diretor: Vladimir Capella A que gosta de assistir na televisão: “Adoro novelas, documentários e programas em canais a cabo” A que nunca assistiria: “Programas sensacionalistas. Já estou interpretando um cara psicopata. Às vezes, quero ver algo bem mais tranquilo mesmo” 

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