Todo o mundo curtindo Mesma empolgação, mas distante dos estádios

iG Minas Gerais | Ana Paula Pedrosa |

Verde e amarelo. Brasileiros que estão na Itália tomaram as ruas de Turim durante jogo entre Brasil e Chile pelas oitavas de final da Copa do Mundo
Renata Pedrosa/Divulgação
Verde e amarelo. Brasileiros que estão na Itália tomaram as ruas de Turim durante jogo entre Brasil e Chile pelas oitavas de final da Copa do Mundo

Longe de casa em plena Copa do Mundo, brasileiros que moram no exterior driblam a saudade se reunindo em bares para ver os jogos da seleção. Torcendo à distância, eles ganham companhia de pessoas de diversas nacionalidades, que gostam do Brasil ou da nossa seleção. “Quando eu falo que sou brasileira, eles acham que sou louca por estar fora do Brasil nesta época”, conta a estudante Josiane Alves, que mora em Saint-Etienne, na França.

Convidados por O TEMPO, cinco brasileiros que moram fora listaram as melhores e as piores experiências de estar em outro país enquanto a bola rola nos gramados brasileiros. Perder a chance de ver um jogo de Copa ao vivo e a vontade de participar das festas dos amigos foram os pontos negativos mais listados. Como positivos, eles apontam aspectos como o carinho das pessoas de outras nacionalidades com o Brasil e a possibilidade de conviver com outras culturas e mostrar aos outros como os brasileiros torcem. “Vamos para os bares com camisas, bandeiras e vuvuzelas, como se fosse no Brasil. Depois dos jogos, sempre tem festa com música brasileira, e é legal ver pessoas de outras nacionalidades participando conosco. Esperamos fazer festa até o fim”, diz Renata Pedrosa, que há dez meses mora em Turim, na Itália. “Os estrangeiros são mais contidos, não têm aquela coisa de segurar na mão do outro e rezar quando o jogo está tenso”, compara Michele Dafonte, que também mora na Itália. De madrugada. Na Austrália, os brasileiros viram a noite para acompanhar a seleção. Quando o Brasil jogou às 17h de Brasília, eram às 6h do dia seguinte por lá. “Para brasileiro, isso não importa. Nos primeiros jogos, a galera passou acordada e fomos direto para o trabalho. O último foi mais fácil porque foi de sábado para domingo”, lembra a brasileira Vanessa Montana. 

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