Brasil nas quartas: história de amor e ódio

iG Minas Gerais | Daniel Ottoni |

JOÃO GODINHO - 26.06.2014
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Fortaleza. A Arena Castelão, em Fortaleza, promete ferver assim que o ponteiro marcar 17h de hoje. Brasil e Colômbia estarão brigando por uma vaga na semifinal da Copa do Mundo, em um estádio que estará colorido de amarelo, cor que predomina dos dois lados.

Por mais que nenhuma história entre em campo, não custa se apegar a ela para ter um motivo de confiança na equipe de Felipão. No novo formato da Copa do Mundo, com 32 seleções e no sistema de mata-mata, todas as vezes em que o Brasil passou das quartas de final chegou à decisão. O retrospecto faz deste momento um divisor de águas para a seleção brasileira. Se a história for mantida, a semifinal servirá para confirmar a presença do país em mais uma final do maior torneio do planeta. Caso passe pela Colômbia hoje, o adversário do Brasil sairá do confronto entre França e Alemanha. É com essa intenção que o Brasil entra em campo, querendo apagar as duas últimas eliminações, que aconteceram de forma consecutiva na fase de quartas de final. Depois de cair, em 2006, para a França, o Mundial seguinte reservou queda para a Holanda. Agora, apesar do momento diferente a que as duas equipes chegam, o favoritismo é para o lado brasileiro, que joga em casa. O choro após a vitória contra o Chile e a conversa de Felipão com jornalistas, a procura de alguma luz, deixou evidente a pressão que o Brasil carrega no dia de hoje.

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