Sucesso em Porto Rico, prática é rara nos Estados Unidos

iG Minas Gerais |

Nova Orleans. Apesar de estar se tornando comum em Porto Rico, esse tipo de velório ainda é bastante raro nos Estados Unidos, embora aconteça de tempos em tempos. Os velórios começaram em Nova Orleans em 2012 com a morte de Lionel Batiste, líder de um conjunto de instrumentos de sopro e um homem elegante da cidade. Batiste havia dito que não queria que as pessoas olhassem de cima para baixo para ele no caixão, então, em seu velório realizado na funerária de Charbonnet, Batiste foi colocado em pé, com as mãos sobre a bengala, com o chapéu caído displicentemente para o lado.

Em seguida, em abril deste ano foi realizado o velório de Mickey Easterling, uma socialite famosa pelas festas que realizava. “O que minha mãe me disse há alguns anos era que queria ter uma taça de champanhe em uma das mãos e um cigarro na outra durante seu funeral”, afirmou a filha de Easterling, Nanci. E foi isso mesmo que ela fez, recebendo todos os seus convidados em um elegante banco no lobby de um teatro histórico no centro da cidade.

Em junho, Zymora Kimball veio à funerária de Charbonnet para preparar o velório de Burbank, que a criou como se fosse uma filha. Burbank não era nem rica, nem muito conhecida fora de seu bairro, do qual ela cuidava sentada em frente à sua mesa, na varanda de casa.

Kimball queria alguma coisa “fora do comum”, contou o agente funerário Lyelle Bellard, e quando ele sugeriu seu plano, ela achou que esse seria um resumo brilhante do estilo de Burbank. Bellard contou que o valor final não foi muito mais alto do que o de um velório típico. (CR e FR/NYT)

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