Animação trata da busca de uma zebra por se encontrar

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Animação africana fala sobre a importância de aceitar o diferente
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Animação africana fala sobre a importância de aceitar o diferente

SÃO PAULO. O reino animal volta às telas na animação sul-africana “Khumba”, que estreia hoje, com direção de Anthony Silverston. Dos mesmos produtores de “Zambézia” (2011), a trama agrada crianças e adultos e mostra a desengonçada zebra Khumba (dublada em português por Rodrigo Faro), que nasceu com metade do corpo listrada.

Por ser diferente, ela se sente deslocada. Até que sua mãe, muito doente, conta a ela uma história que lhe dá esperanças de haver uma forma de recuperar as listras que lhe faltam.

Disposta a se encontrar, Khumba se junta a dois corajosos amigos – a gnu amorosa Mama (espécie de antílope, dublada por Sabrina Sato) e o exibicionista e excêntrico avestruz Pernudo (Marco Luque) –, que saem em busca de aventuras.

Entre um desafio e outro na selva, eles se deparam com situações que ensinam sobre coletividade e trabalho em equipe, lealdade, proteção, amizade e diversidade. A animação discute, principalmente, o quanto as aparências podem abalar ou fortalecer a autoestima. Khumba só consegue ajudar seus amigos quando aprende a olhar para si mesmo.

“A Mama é muito querida, fofa e se torna melhor amiga e mãezona, mesmo, do Khumba. Foi muito legal dublar essa história”, conta a apresentadora da Record Sabrina Sato, que usou a própria voz, sem fazer alterações. “Tentei criar uma voz diferente, mas foi difícil. Aí, fiz com a minha voz, mesmo”, diverte-se.

Outro grande amigo de Khumba é o avestruz Pernudo, dublado por Marco Luque, do “CQC”, da Band. “Ele é egocêntrico, sensível, emotivo e exagerado, mas é legal. Adorei fazê-lo”, revela Luque, que também teve de cantar em cena.

“Eu me arrisquei a cantar e foi ótimo. Transformar um texto em musical exigiu muito de mim na dublagem”, brinca ele, que levou em conta os trejeitos do personagem. “Não emprestei minha voz a ele. Emprestei só minhas cordas vocais”.

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