Seleções que proibiram sexo já deram adeus à Copa

Duas das equipes, Bósnia e Rússia, pararam na primeira fase. Já México e Chile caíram nas oitavas de final

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Aos 24 anos, o meia Dzagoev, foi um dos que sofreram com o celibato da seleção russa, que terminou com dois pontos na fase de grupos
Reprodução Facebook
Aos 24 anos, o meia Dzagoev, foi um dos que sofreram com o celibato da seleção russa, que terminou com dois pontos na fase de grupos

Muito é questionado sobre os benefícios e também problemas que o sexo pode causar no desempenho dos atletas de futebol. Há uma ala, mais liberal, que defende a prática como benéfica aos jogadores. Já a outra, mais conversadora, acredita que o celibato é importante, pois deixa os homens com mais força para entrar em campo. 

Fato é que, na Copa do Mundo no Brasil, a castidade não foi sinônimo de sucesso. Pelo contrário. De acordo com o jornal britânico The Independent, as quatro seleções que adotaram o regime não foram longe na competição. São elas: Rússia, Bósnia, México e Chile. Apenas as duas últimas passaram da primeira fase, mas foram eliminadas nas oitavas de final. 

"Todas as seleções que impuseram a proibição ao sexo já foram eliminadas, o que sugere que a frustração sexual não dá aos jogadores uma vantagem importante em termos de motivação", explicou a filósofo Christopher Hooton, autor do artigo.

O diário também destacou a situação da Costa Rica. Na primeira fase, a federação nacional proibiu práticas sexuais. Mas com a classificação heroica, para a alegria dos jogadores, o sexo foi liberado. 

A seleção brasileira e a França adotam posturas semelhantes. O sexo está liberado, desde que dentro dos limites da normalidade. 

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