Revolução francesa

Renault Sandero chega à segunda geração apostando em design e novas tecnologias para aumentar vendas

iG Minas Gerais | Raimundo Couto |

Identidade visual. Hatch ganhou grade dianteira e faróis idênticos aos do sedã Logan
Luiz Costa/Agência La Imagem
Identidade visual. Hatch ganhou grade dianteira e faróis idênticos aos do sedã Logan

De Florianópolis. Já faz sete anos que o Sandero está entre nós. Na época de sua apresentação, foi bastante divulgado que ele era o primeiro projeto da Renault feito fora dos domínios franceses. Por essa razão, o carro chegou ao mercado cheio de responsabilidade. E de forma geral, ele cumpriu bem seu papel e manteve as vendas mensais em uma média favorável, contribuindo para ajudar a montadora do losango a ganhar participação de mercado: o modelo representa 40% das vendas totais da Renault no Brasil. 

Do alto de quase 500 mil unidades vendidas, ele reaparece totalmente renovado. Afinal, mudar é preciso, e era chegado o momento. Assim como aconteceu com seu irmão de três volumes, o Logan, o Sandero também passou por uma ampla cirurgia plástica, que lhe rendeu um visual mais encorpado e contemporâneo. Com o Logan, a Renault reconheceu publicamente que sua antiga aparência não era um de seus maiores atributos. Não é esse, definitivamente, o caso do Sandero. Desde que começou a ser vendido, o modelo não sofreu estigma de “feiura”. Se não era um modelo de beleza, também não comprometia em estética.

A segunda geração do novo Sandero, mostrada à imprensa nesta semana, manteve os predicados de seu projeto inicial, como a oferta de amplo espaço interno e o porta-malas com capacidade de 320 l, volume expressivo para um compacto. Mas foi além no design, recebendo profundas modificações. Um dos destaques da nova identidade é o grande logo da Renault na parte central da grade frontal, com os frisos cromados que se estendem até os faróis. Nas laterais, a silhueta é marcada pela linha superior contínua que parte do capô, passa pelo para-brisa e segue até a traseira do carro, mantendo harmonia no visual.A parte traseira recebeu lanternas mais largas, que não sobem mais rumo às colunas.

Já o interior ficou mais sofisticado, com melhores materiais no acabamento. Totalmente novo, o painel ficou mais moderno e mais agradável ao tato. O quadro de instrumentos tem iluminação branca com três mostradores redondos: conta-giros e velocímetro, analógicos, e um mostrador digital com indicador do nível de combustível e computador de bordo multifuncional. O novo Sandero pode oferecer de oito a 11 porta-objetos, conforme a versão. As laterais das portas dianteiras e traseiras dispõem de porta-mapas e porta-garrafas – na frente, é possível levar recipientes de até 1,5 l. O grande porta-luvas tem capacidade de 5,7 l.

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