Cabeça de Maradona e máscaras de Messi fazem sucesso no Itaquerão

Confiança dos argentinos é que camisa 10 atual repita o sucesso neste ano e seja campeão

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Torcedores tomaram as arquibancadas do Itaquerão para acompanhar o duelo com a Suíça
Reprodução Twitter
Torcedores tomaram as arquibancadas do Itaquerão para acompanhar o duelo com a Suíça

Ao iniciar a caminhada do terminal Corinthians-Itaquera até o estádio Itaquerão, onde jogam Argentina e Suíça, às 13h, desta terça-feira (1º), é possível avistar Maradona, com um largo sorriso, animando os torcedores argentinos.

A semelhança física impressiona, mas esse Maradona não chega a confundir os torcedores que o avistam. Primeiro porque fala muito mal portunhol -uma mistura de português com espanhol. Segundo porque a cabeça de Maradona tem proporções que desafiam a lógica.

Trata-se de uma fantasia usada pelo corintiano Cleiton Assad, 40, folclórico torcedor paulistano, conhecido como Jamanta. Fã do futebol argentino, Assad chegou ao terminal Corinthians-Itaquera por volta das 8h30 e afirmou que só sairia do local quando o jogo estivesse para começar.

"É muita alegria animar os torcedores argentinos. Por quê Maradona? Porque gosto de ser odiado", respondeu Assad à reportagem, ao ser questionado sobre a homenagem a Maradona.

Assad disse que a cabeça do Maradona foi criada pelo artista plástico Daniel Buddy, seu amigo pessoal, a poucos dias do início da Copa. O torcedor já havia usado a cabeça em outras ocasiões da Copa, mas é a primeira vez que vai entrar em um estádio com ela.

"Nas minhas contas eu já tirei mais de 10 mil fotos. Um sujeito me ofereceu R$ 5.000 pela cabeça do Maradona, mas é claro que não vendi", brincou Assad, antes de ser abraçado por uma dezena de jornalistas.

Maradona foi campeão da Copa de 1986, no México. É apontado até hoje como fundamental para a conquista daquele Mundial. Ele disputou ainda as Copas de 1982, 1990 (vice) e 1994.

MESSI

Se a cabeça de Maradona vale R$ 5 mil, a de Messi, principal jogador da Argentina hoje, vale apenas R$ 5.

Pelo menos na avaliação do argentino Diego Robeira, 22, que criou uma máscara com o rosto de Messi e estava comercializando o item na saída do terminal Corinthians-Itaquera.

Apesar de ser proibido a venda de qualquer objeto naquela área, Robeira aproveitou o movimento intenso dos torcedores para "driblar" a segurança do terminal.

E fez sucesso. Já havia esvaziado uma caixa cheia de máscaras e estava com outra pela metade.

"Todos argentinos sabem que o Messi é nossa estrela. Vamos ter um estádio lotado de Messis [sic] contra a Suíça", disse Robeira.

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