Idioma não chega a ser problema

iG Minas Gerais |

Muitos dos expositores da feira hippie não falam outras línguas, o que complica, mas não chega a prejudicar o comércio. A australiana Catherine Anderson, 53, comprou um colar com etiqueta de preço, mas titubeou em outra barraca, que não tinha a facilidade. “Não sei se vou conseguir comprar, porque não falo português”, disse.

No fim das contas, conseguiu se comunicar com o vendedor, Gabriel Formiga, 28, que também não fala inglês. “Gera uma certa dificuldade, mas não chego a perder a venda, porque nos comunicamos por sinais”, afirma. (JA)

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