Impressão do voto ainda gera polêmica

iG Minas Gerais |

As urnas eletrônicas surgiram sob a justificativa de eliminar a possibilidade de fraudes na votação brasileira. Mesmo assim, a segurança total na hora do voto ainda é alvo de questionamentos por parte de especialistas e, até mesmo, de políticos.

É debate recorrente na Câmara dos Deputados, no Senado e entre juristas a possibilidade de colocar em vigor regra já existente e definida pela Lei 12.034/2009, que estabelece a impressão do voto registrado pela urna eletrônica.

Segundo a regra, a urna eletrônica deveria exibir em um visor a relação completa dos votos computados. Em seguida, a lista deveria ser impressa e depositada em um recipiente lacrado, sem que fosse manuseado pelo eleitor.

Em 2013, porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional a medida sob a alegação de que “deixaria vulnerável o voto do eleitor, pondo em risco a Constituição”. (IL)

Protesto

2010. Após a adoção da urna eletrônica, o palhaço Tiririca (PR) ganhou destaque por ser eleito como “voto de protesto” . Ele foi o segundo mais votado da história, com 1,3 milhão de votos.

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