A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! O presidente Kalil confirmou que o Mineirão, nosso salão de festas, será o palco da grande final da Recopa Sul-Americana 2014, contra o Lanús, no jogo da volta, dia 23 de julho. Tô dentro! E no Mineirão também rola hoje o jogaço entre Brasil e Chile pelas oitavas de final da Copa. O desagrado de Felipão em enfrentar os chilenos tem fundamento: a seleção deles é muito bem armada pelo competente Jorge Sampaoli e tem um ataque poderoso e muito perigoso. Vargas, Vidal e Alexis Sanches merecem atenção especial dos nossos defensores. Mas o ponto forte dos chilenos é a recomposição defensiva: quando perdem a bola, todos voltam atrás da linha intermediária e quase nunca deixam espaços para o adversário. O Brasil vai precisar, mais do que nunca, da individualidade e do talento de Neymar para furar a retranca Chilena. Dá-lhe, Brasil! A voz Celeste Hoje a nossa casa, o Mineirão, está emprestada para a seleção brasileira. Tomara que os garotos do Brasil façam bonito como o nosso time sempre faz jogando no Gigante da Pampulha. Os chilenos são velhos conhecidos e fregueses, mas nunca tiveram uma seleção tão bem montada como agora. A falta de sorte é estarem jogando no Brasil, e a nossa seleção ser melhor. Mas no futebol tudo pode acontecer. Vocês sabem que não fico em cima do muro e tenho plena convicção do favoritismo do Brasil. Nossa seleção ainda não mostrou um futebol para encantar, e todos os times treinados por Felipão são assim: competitivos e focados na vitória. Copa do Mundo é tão empolgante que até os poucos que não gostam de futebol se contagiam. É uma magia, mistura de raças, todos falam o idioma do futebol. Estamos vivendo momento único no país. Quem de nós vai ver outra Copa por aqui? Avacoelhada Vencer, convencer e não se iludir com os resultados dos jogos-treinos desta semana são as metas de desempenho da equipe americana. Depois de enfrentar o time de Antônio Willian Gomes, o Coelhão joga contra o combinado de Roberto Assunção. Adversários formados por atletas profissionais e juniores sem clubes. Típicos confrontos de baixa qualidade técnica, que pouco ou quase nada acrescentam na melhoria contínua dos titulares americanos. Seria bem mais produtivo e qualificado programar coletivos com a participação dos jogadores do América poucas vezes utilizados ou sem oportunidades na Série B, misturados com os atuais sub-20. Os destaques nesses treinos deveriam ganhar novas oportunidades. Aliás, Lucas Silva, que nem é relacionado, marcou gol contra o Águia. Ricardinho e Diney continuaram ineficientes em termos de gols. 

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