Decisão do PT atrapalha Campos

iG Minas Gerais |

Brasília. A quatro dias do prazo final para a formação de palanques para as eleições de outubro, o comando do PT autorizou ontem alianças estaduais polêmicas, além de intervenção em três Estados, numa tentativa de fortalecer a presidente Dilma Rousseff na disputa.  

Ficou definido ainda a criação de uma comissão interna para acompanhamento eleitoral, formada por seis petistas, para intermediar a relação do partido com o QG dilmista da reeleição, alvo de críticas por centralizar decisões.

Na reunião de sua Executiva Nacional, o PT liberou o diretório do Amapá para integrar a chapa de reeleição do governador Camilo Capiberibe (PSB), aliado do presidenciável do PSB, Eduardo Campos, que enfrentará Dilma. A decisão enfraquece mais um palanque de Campos, que enfrenta dificuldades para fechar palanques próprios nos principais colégios eleitorais.

A decisão do PT foi tomada dias após o senador José Sarney (PMDB-AP) anunciar que desistiu de buscar a reeleição. A família Capiberibe é adversária de Sarney.

Terrorismo

Bolsa Família. O senador Aécio Neves disse ontem em entrevista a uma rádio de Teresina (PI) que o Bolsa Família precisa deixar de ser instrumento de terrorismo em véspera de eleição. “O Bolsa Família continuará independentemente de quem será o presidente. É preciso que o Bolsa Família saia da agenda eleitoral. O PT usa em véspera de eleição como forma de terrorismo. O programa não deve ser usado de forma irresponsável”.

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