Puros de origem valorizam terroir

iG Minas Gerais |

A região cafeeira de Carmo de Minas tem importância estratégica para a suíça Nespresso. Isso, porque parte da produção dos bourbons amarelo e vermelho se transforma na cápsula Dulsão do Brasil.

Esse é um dos cafés chamados puros de origem da marca, que valorizam os terroirs de cada local (os outras três vêm da Índia, Colômbia e Etiópia). A empresa também compra cafés de outras regiões do Brasil, como do interior de São Paulo e da região do Cerrado, mas eles são usados em diversos outros blends e não são vendidos como puros de origem.

Na área em que atua, a multinacional não mantém contrato de exclusividade com os produtores e só compra parte (cerca de 15%) da produção – exatamente daqueles talhões que produzem os melhores cafés.

Ainda assim, executa com os produtores um programa de qualidade e sustentabilidade chamado AAA, que envolve, entre outras ações, certificações internacionais como a Rainforest Alliance, com objetivo de reduzir os impactos ambientais e aumentar os benefícios sociais do cultivo. (Ligia Calil).

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