Willian rejeita favoritismo da seleção na partida contra o Chile

Meia deixou de lado retrospecto amplamente positiva diante do rival sul-americano e acredita em um jogo equilibrado, no próximo sábado, no Mineirão

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

Willian vem ganhando força na seleção de Felipão e pode tomar vaga de Oscar
Alexandre Loureiro/Vipcomm
Willian vem ganhando força na seleção de Felipão e pode tomar vaga de Oscar

A seleção brasileira tem um retrospecto positivo contra os chilenos, adversário de sábado, no Mineirão.

As duas equipes se enfrentaram 66 vezes, com 47 vitórias brasileiras e apenas sete do Chile. Mesmo assim, o meia Willian prefere não levar em conta a vantagem.

"Futebol vem mudando bastante. O retrospecto é bom, mas não devemos pensar nisso. Cada jogo tem uma história e não podemos ficar pensando nisso", disse o ex-corintiano, um dos destaques nos treinos em Teresópolis.

Na goleada sobre Camarões, por 4 a 1, em Brasília, ele entrou no lugar de Neymar e é uma das apostas ofensivas de Luiz Felipe Scolari para o segundo tempo em Belo Horizonte.

Nesta quarta (25), ele participou com os reservas de um treino no gramado da concentração da CBF. Já a maioria dos titulares foi poupada.

Willian rejeitou o favoritismo da seleção e citou a eliminação precoce da Espanha, Inglaterra e Itália da Copa.

"Muitas pessoas que conhecem futebol estão surpresas por essa seleções terem saído tão cedo. Mas hoje o futebol está muito nivelado, a Copa do Mundo é muito nivelada. Nós temos que nos preparar muito bem. Tem seleções surpreendendo bastante na Copa", afirmou o jogador. Willian preferiu não polemizar sobre a mordida dada pelos uruguaio Suarez no jogador da Itália, na terça (24). O jogador corre risco de ser punido pela Fifa.

"Vi o lance. Todo mundo viu. Não cabe a mim e nem ninguém da seleção julgar ele. Tem pessoas para fazer isso. Nós jogadores temos de ficar focados na seleção e nesse jogo contra o Chile. Acho que não sei qual seria minha reação. Somente se eu passasse por isso. Difícil falar. Claro que isso é estranho no futebol, receber uma mordida em campo. Só quem tem experiência pra saber o que faria no momento", disse o meia.

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