Chile quer esquecer ‘freguesia’ e revés para o Brasil na Copa de 2010

La Roja foi eliminada no Mundial na África do Sul pela seleção canarinho ao ser derrotada por 3 a 0

iG Minas Gerais | FERNANDO ALMEIDA |

Capitão do Chile no Brasil e na África do Sul, Claudio Bravo está otimista com a vitória de sua seleção
Joao Godinho/O Tempo
Capitão do Chile no Brasil e na África do Sul, Claudio Bravo está otimista com a vitória de sua seleção

Para vencer uma Copa do Mundo é necessário quebrar escritas, superar limites e surpreender os mais apaixonados. O Chile chega ao duelo contra o Brasil com duas grandes desvantagens: a torcida verde-amarela e a histórica freguesia diante da seleção canarinho.

As armas da Roja são simples, apenas concentração máxima e foco no futebol coletivo – apesar de possuir atletas de destaque como Alexis Sánchez e Arturo Vidal.

O jejum de triunfo da Roja contra o Brasil já dura quase 14 anos – a última vitória foi em 2000 nas Eliminatórias para a Copa de 2002 –, e a Copa do Mundo de 2010, é o revés mais pulsantes na memória chilena.  A derrota na África do Sul aconteceu nas oitavas de final com o contundente placar de 3 a 0; gols de Michel Bastos, Luiz Fabiano e Robinho.

Capitão do Chile no Brasil e em solo africano, o goleiro Claudio Bravo deixa claro que o revés na África serviu como lição, mas faz parte do passado. Diante disto, o arqueiro faz questão de ressaltar que está confiante na vitória frente à realidade chilena na competição com atletas de renome internacional e uma equipe unida e compacta.

“O passado fica no passado. Não precisamos remoer isso sempre. Foi duro, claro. Mas temos condições de vencê-los e sabemos disso”, disse Bravo.

“Na memória temos o Mundial anterior. Mas isso não nos preocupa. Temos de chegar bem e jogar como foi contra a Espanha, muito sólido, muito bem. Temos condições e confiamos na gente”, completou o goleiro.

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