Yamaha YZF-R1 2014

Modelo superesportivo chega com novas cores e mais tecnologias importadas do MotoGP e da sua irmã YZR-M1

iG Minas Gerais |

Renovada a R1 2014 chega com novas cores
Yamaha/divulgação
Renovada a R1 2014 chega com novas cores

A Yamaha do Brasil colocou à venda no país a nova superesportiva YZF-R1 2014. O modelo que, no conjunto chassi e mecânica não traz inovações, incorporou algumas novidades e avanços tecnológicos que são desenvolvidos e utilizados no MotoGP pela sua irmã de corrida a YZR-M1. A moto ficou mais leve com nova mesa de guidão de formato redesenhado e com o emprego da fibra de carbono e alguns componentes. O desenho do modelo ficou mais agressivo com a nova frente e a estética dos faróis, ficando mais aerodinâmica. A nova R1, como é mais conhecida, tem sistema de controle de tração com oitos opções de atuação, que pode ser desligado, e três modos de entrega de potência. O acelerador é eletrônico. Motor Crossplane A nova R1 tem moderno motor de 1000 cc, 182 cv a 12.500, comando DOHC de dezesseis válvulas, refrigeração líquida e injeção multiponto. Ele adota a tecnologia do virabrequim Crossplane que entrega a potência do motor suave e ininterruptamente. O motor também tem revestimento de cerâmica no cilindro que aumenta a durabilidade. A suspensão traseira agora tem ajuste da pré-carga e a ergonomia melhorou com novas pedaleiras que deixam o piloto mais bem encaixado na moto. A R1 conta ainda como painel superavançado com relógio, cronômetro, Speed Light, que acende quando o conta-giros atinge determinadas rotações, para indicar a troca de marcha – esse item é regulável e permite o ajuste fino do piloto, para que ele adapte a moto ao seu estilo de pilotagem. A nova R1 2014 tem opção das cores vermelha, cinza com acabamento em fosco e azul que lembra as motos de pista da marca. O preço em SP é de R$ 65.500.

MOTONOTÍCIAS

* O cerol voa a tua espera, você está preparado? Os motociclistas que se resguardem, pois mesmo se for criminalizado, como pretende um Projeto de Lei no Senado, num país sem ordem ele ficará livre, liberado e solto para pegar quem não acredita que a linha afiada mata. * O adicional de periculosidade de 30% para todo motociclista profissional, que está valendo desde o dia 19/6, está causando alegrias e apreensões. Os motoboys estão contentes, se sentem reconhecidos e têm um aumento de salário, mesmo que de forma indireta. Já os patrões, preocupados, estão com a despesa em cima da mesa. * Quanto ao adicional do motoboy, era sabido que corria um projeto no congresso e podia, como foi, ser aprovado a qualquer momento. Assim, as empresas prestadoras de serviço com motoboys já deviam ter previsto em seus contratos uma clausula de segurança para imprevistos de aumento de gastos como esse. * Motoboy é serviço essencial, e ninguém vai prescindir dele. A maioria das empresas teria aumento de gastos sem uma moto a seu serviço. Então, o medo de desemprego é infundado. E se não renegociarem os contratos com as empresas de expressos, ficarão sem esses profissionais, pois elas não podem arcar com tamanho aumento de despesas. Resta o acordo rápido. Conta simples e fácil de fazer. * A tendência é de se acabar os expressos de motos. O futuro tende para as cooperativas. Ou será mais fácil para uma empresa contratar um motoboy microempreendedor com negociação direta e vantagem para ambas as partes? Mas depois da turbulência que qualquer mudança causa, as coisas se ajeitam e todos se adaptam. * As motopeças na avenida Pedro II estão sofrendo com a falta de estacionamento para seus clientes com a nova pista exclusiva do BRT (ônibus Move), que acabou com as vagas de estacionamento na avenida. Terão que se adaptar (clientes e lojistas), pois não há volta. Outras lojas em várias avenidas em BH podem sofrer o mesmo efeito da modernidade com pouco espaço nas vias. É bom botar as barbas de molho. Quem tiver estacionamento no passeio recuado levará vantagem.

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