A voz da Massa

iG Minas Gerais |

Saudações alvinegras! Pior do que ficar sem jogo do Galo é saber que o time está jogando e a gente não consegue acompanhar. Ninguém merece! As únicas coisas que conseguimos ver dos amistosos na China são algumas poucas fotos. Alguém, no Galo – e aí eu não sei qual é o departamento responsável –, poderia ter disponibilizado uma forma de o torcedor poder acompanhar essas partidas. Pela internet seria uma boa opção. Mas, como não tem jeito, vamos nos virando com o que temos. Enquanto isso, as boas notícias continuam chegando. Desta vez quem deixou o departamento médico foram o lateral-esquerdo Pedro Botelho e o doidim do Galo, o meia-atacante Luan. Imagino que eles não terão condições físicas de enfrentar o Lanús, na decisão da Recopa, mas vão ser de grande valia nas outras competições que o Galo tem para disputar neste ano. Dá-lhe, Galo.  A voz Celeste Quando começou a Copa, falei para vocês, meus leitores, que o Brasil tinha obrigação de ser campeão. Não mudo em nada minha opinião. Depois da vitória de 4 a 1 sobre Camarões e com a demonstração de patriotismo dos jogadores, vi que a nossa seleção está pronta para levantar a sexta taça da Copa do Mundo. Em todas as seleções campeãs, sempre existiu um craque que chamasse a responsabilidade. Neymar assumiu essa posição e tem dado conta do recado. O garoto prodígio é, sem dúvida, o nome da Copa. Se continuar assim, vamos ser campeões com mais facilidade do que se esperava. O Chile, nosso próximo adversário, não é aquela seleção que pode fazer frente, principalmente com o calor da torcida cruzeirense dentro da nossa casa, o Mineirão. Vamos lotar a “Toca III” e incentivar como fazemos nos jogos do maior de Minas. Rumo ao hexa!  Avacoelhada No primeiro tempo do confronto entre Brasil e Camarões, a improdutividade de Oscar foi parecida com as atuações de Tchô e Mancini em algumas partidas do América. Isolado na articulação, o meia de ligação mais combateu do que criou e finalizou. A seleção abusou da ligação direta entre defesa e ataque, por meio dos lançamentos dos zagueiros. Na etapa complementar, o futebol de Oscar apareceu um pouco mais devido à presença de Fernandinho, que qualificou a saída de bola, e de outro meia, Willian. Hulk lembrou Ricardinho ao errar o complemento das jogadas. Apesar dos raros cruzamentos precisos de Daniel Alves e de Marcelo, Fred aproveitou a assistência de David Luiz e executou a função de centroavante definidor. No jogo-treino contra o Águia, Moacir Júnior deveria experimentar a formação com dois meias criativos e a liberação dos laterais.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave