Soldado morre ao ser baleado em tiroteio no Complexo do Alemão

O PM chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, zona norte, mas não resistiu ao ferimento e morreu nesta segunda (23)

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

O soldado Fábio Gomes da Silva, 30, da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, morreu após ser baleado na cabeça, na noite deste domingo (22), durante tiroteio entre criminosos e policiais, no conjunto de favelas. Outros dois homens suspeitos também morreram ao serem atingidos por tiros e um adolescente de 17 anos ficou ferido.

O PM chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, zona norte, mas não resistiu ao ferimento e morreu nesta segunda (23). Os suspeitos Gabriel Ferreira Carvalho e Lucas Gustavo da Silva Lourenço, que não tiveram as idades divulgadas, também foram levados para o hospital, mas morreram ao dar entrada na unidade. Já o jovem de 17 anos -que seria morador da região- levou um tiro de raspão na mão. Ele foi medicado no mesmo hospital e liberado. Os policiais disseram que o garoto não tem envolvimento com o tráfico. As circunstâncias que ele foi atingido não foram divulgadas.

Segundo a coordenação das UPPs, o confronto começou quando PMs foram surpreendidos por criminosos, por volta das 19h40, numa localidade conhecida como beco do Dimas, na rua do Desabamento, na favela da Fazendinha, no Alemão. Houve confronto e o soldado Fábio Silva foi baleado na cabeça. Os bandidos conseguiram fugir.

Policiais iniciaram buscas pelos criminosos e, por volta da meia-noite, houve perseguição e novo confronto. Os suspeitos Gabriel Carvalho e Lucas Lourenço foram baleados e morreram. Ninguém foi preso. Foram apreendidos um revólver calibre 45 com numeração raspada, um carregador de pistola e um rádio transmissor.

Ainda de acordo com a coordenação das UPPs, o policiamento foi reforçado com PMs de outras unidades pacificadoras, além do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do grupamento de intervenções táticas. O caso é investigado pela 22ª DP (Penha) e pela Divisão de Homicídios da cidade.

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