Imagem não deve ser decisiva

iG Minas Gerais | Isabella Lacerda |

Moisés Augusto avalia que o peso da imagem para o eleitor mudou
Arquivo pessoal
Moisés Augusto avalia que o peso da imagem para o eleitor mudou

Na análise de especialistas, a imagem de técnico ou político – anteriormente decisiva na hora de conquistar o voto do eleitorado –, agora, tem perdido força nas disputas nas urnas. Para o cientista político e sociólogo da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) Moisés Augusto, o maior peso na hora do voto são as realizações já consolidadas, fatores que deverão ser explorados pelo ex-governador Antonio Anastasia (PSDB).  

“Uma ampla fatia do eleitorado está cada vez mais crítica e menos preocupada com a imagem do candidato. Isso está mudando, portanto, até a forma de se fazer política”, explica.

Segundo Moisés Augusto, os marqueteiros focam imagens, já que essa é a única forma de “construir personagens na política”. “As campanhas têm marqueteiros para fazer um trabalho de convencimento do eleitor. Mas constroem imagens que não são reais. Uma eleição não é apenas uma imagem, mas um projeto de sociedade. Quem pensa só na imagem deixa de lado a principal questão que envolve o processo político”, diz.

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