Fan Fest entre adeptos e secadores

Em dia de vitória difícil da Argentina, torcida pró e contra se manifesta no Expominas

iG Minas Gerais | GUSTAVO ROCHA |

Esportes/ BRASIL. BELO HORIZONTE, MG.
ExpoMinas Fifa Fan Fest.


FOTO:Uarlen Valerio / O TEMPO / 2014.06.21
UARLEN VALERIO / O TEMPO
Esportes/ BRASIL. BELO HORIZONTE, MG. ExpoMinas Fifa Fan Fest. FOTO:Uarlen Valerio / O TEMPO / 2014.06.21

A vinda da eterna rival Argentina para Belo Horizonte gera reações diversas. No Fifa Fan Fest da Gameleira, é possível observar apoios aos "hermanos" e também aqueles que ficam "secando". Matheus Rodrigues, de 17 anos, torce contra: "Esse jogo vai ficar 1 a 1". Perguntado se a vinda dos rivais sul-americanos para o centro de treinamento do Atlético não os aproxima da torcida mineira, o atleticano parece não gostar muito da ideia. "A Argentina ficar na Cidade do Galo dá mais raiva", ressalta ele.

O argentino Fabrício Cuaranta não conseguiu ingresso para ver a partida no Mineirão, por isso, ele assistiu à partida no Fan Fest, enrolado numa bandeira de seu país.  Viajando com outros cinco amigos de caminhonete, desde Mendoza, ele não percebe nenhuma animosidade do belo-horizonito em relação a seleção alviceleste. "Essa é a quarta vez que venho ao Brasil. Já fui a Porto Alegre, Camboriú, mas é a primeira vez que venho a Belo Horizonte. A gente é muito hospitaleira. Que jornada incrível", exalta ele.

Depois de Belo Horizonte, Cuaranta, a caminhonete e a turma de amigos seguem para Porto Alegre, onde a Seleção da Argentina enfrenta a Nigéria, pela última rodada, da fase de grupos, na quarta-feira.

A resistência oferecida pelos iranianos e a vitória com o placar apertado não o surpreenderam. "Essa seria nossa partida mais difícil no grupo, justamente porque o time está displicente achando que pode ganhar a qualquer momento", ressalta ele.

Perdido no Fan Fest, o britânico Callum McIneyre não parece muito animado com a Copa do mundo, afinal sua seleção decepcionou e não tem mais chances de classificação no Grupo D, da competição. No confronto entre Argentina e Irã, ele não tem preferência. "Não faz diferença", afirma ele.

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