Desce mais uma gelada, por favor

Belgas experimentar e dão nota sobre sete marcas de cervejas brasileiras e duas estrangeiras produzidas e comercializadas popularmente por aqui

iG Minas Gerais | Guilherme Ávila |

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Apesar das centenas de anos de tradição cervejeira, com desenvolvimento e preservação de receitas em mosteiros desde a Idade Média, dizer que todo nativo da Bélgica é um sommelier da bebida é uma generalização tão fantasiosa quanto dizer que todo brasileiro sabe sambar.

Mas, verdade seja dita, os belgas bebem, e muito. “Gostamos de cerveja assim como os alemães, mas as melhores cervejas do planeta são nossas”, garante o turista Marco Chessa, que aprendeu a falar um pouco de português para aproveitar melhor a Copa do Mundo 2014. Junto com ele, e também pela primeira vez no Brasil, Marina e Kris Kuypers confirmam a vocação de paraíso das cervejas de sua terra natal. “Nossa variedade é enorme. Cada cidade, até mesmo as menores vilas, tem uma fórmula própria”, conta a belga.

Os três foram convidados por O TEMPO para experimentar sete marcas brasileiras e duas bebidas estrangeiras produzidas e comercializadas popularmente por aqui: Heineken e Budweiser. O maior desafio, segundo eles, foi lidar com a baixa quantidade de cevada, que deixa a bebida pouco encorpada e menos saborosa. Segundo estudo recente da Universidade de São Paulo (USP), as cervejas nacionais tem 45% de milho no lugar do tradicional ingrediente.

“Diferentemente dos ingleses, preferimos nossas cervejas servidas sempre geladas. Bebo um pouco quase todos os dias. Às vezes, até mais do que deveria”, brinca Kris, que ainda explica que, além das tradicionais bebidas artesanais, a marca industrializada mais popular por lá é a Stella Artois.

“Não gostamos mesmo é da Heineken, apesar de ela ser muito popular no resto da Europa graças ao seu trabalho pesado de propaganda e marketing”, critica Marco, que deixou claro que só experimentou a cerveja holandesa exclusivamente por fazer parte de nossa seleção. Confira nesta página o que os belgas disseram sobre nossas brejas.

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