Dinheiro, só enfrentando fila

Trocar moeda estrangeira por reais ou sacar nas máquinas não tem sido tarefa fácil

iG Minas Gerais | Thais Pimentel |

Reais. Turistas enfrentam filas nas casas de câmbio em Belo Horizonte, mas, satisfeitos com o atendimento, não reclamam do tempo
PEDRO GONTIJO / O TEMPO
Reais. Turistas enfrentam filas nas casas de câmbio em Belo Horizonte, mas, satisfeitos com o atendimento, não reclamam do tempo

As casas de câmbio têm sido os locais mais procurados pelos turistas nos shoppings de Belo Horizonte. Mais preparadas, depois da surpresa com a invasão colombiana no fim de semana, elas estão abastecidas de dinheiro, que desta vez não deve faltar. Só o que não teve jeito de resolver foram as filas. Em algumas delas, a demora no atendimento chega a uma hora. “Minha senha é 83, mas ainda está no 65”, reclama o argentino Jesus Garnica, que aguardava sua vez em um dos dois estabelecimentos localizados no Shopping Cidade.

Aliás, os “hermanos”, cuja seleção joga hoje no Mineirão, já dominavam desde ontem o centro da capital. A maioria das pessoas que querem trocar dinheiro é portenha. “Cheguei na quinta-feira do Rio de Janeiro e espero um grande jogo”, disse Mario Gonzalez, na fila dos reais.

Pelo menos um iraniano foi encontrado em uma das casas do shopping. Ele estava aflito. “Não trouxe o meu passaporte e gostaria de saber se consigo reais sem apresentar o documento”, questionou o jornalista Reza Taleghani. Depois de esperar mais de 20 minutos, ele foi atendido.

A missionária inglesa de ascendência queniana Juliet Mwaniki, que está em Belo Horizonte em um trabalho social, está encantada com o clima da cidade. “É a segunda vez que venho aqui e estou achando tudo mais organizado”, elogiou.

O argentino Daniel Palacio veio sozinho da Patagônia para acompanhar sua seleção. “Ainda não tenho ingresso para o jogo. Assisti o do Rio de Janeiro e tenho bilhete para a partida contra a Nigéria. Mas quem sabe não tenho sorte? Darei meu sangue para isso”, confessa o rapaz, minutos antes de ser chamado para trocar dinheiro.

Os também argentinos Alejandro Aruguet, Micke Lombo e Guillermo Rosman discutiam se valia a pena esperar para comprar reais. “Nós moramos em Miami e queríamos vender dólares”, disse Alejandro. “Fomos muito bem tratados. Todos são amáveis e tentam nos ajudar”, contou Guillermo.

Faltou dinheiro. Já no Pátio Savassi, o movimento ontem foi pequeno. “Aqui fica cheio nos dias de jogos. No domingo chegou a faltar dinheiro, mas agora estamos preparados”, disse um funcionário da casa de câmbio.

 

 

Atenção no saque

Português0

O estrangeiro deve comunicar à sua agência bancária que está viajando para o Brasil.

Assim, o cartão dele será desbloqueado e pronto

para ser usado.

Atenção para as bandeiras de cartões aceitas pelos caixas eletrônicos.

Se tentar sacar em máquinas que não aceitam determinada operadora, o cartão pode ser bloqueado.

Limite diário de saque para estrangeiros é de R$ 300.

English0

Foreign people should tell their bank that they are travelling to Brazil. That way, their card will be unlocked.

Atention to the credit card company. Some of them are not accepted by the machines.

If you use a card that is not accepted, it could be locked by the machine.

The daily withdraw limit is R$ 300 for foreigners.

Español0

El estranjero debe comunicar su banco que está viajando para Brasil. Así, su tarjeta será liberada.

Atención para lá companía de su tarjeta de credito. Ella puede no ser reconocida por el cajero automatico.

Si meterla, ella puede ser bloqueada.

El limite de saque permitido por día a los estranjeros és de R$ 300.

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