Lanche na porta três vezes mais barato que o da Fifa dentro do estádio

Vendedores aproveitam comércio liberado em dias que não há jogos para oferecer refeições com preços bem mais em conta do que os oferecidos no restaurante dentro do Gigante da Pampulha

iG Minas Gerais | Felipe Ribeiro |

Edson Renato aproveita a realização da Copa do Mundo para faturar um pouco mais com a venda de lanches
Webrepórter/Felipe Ribeiro
Edson Renato aproveita a realização da Copa do Mundo para faturar um pouco mais com a venda de lanches

Os dias em que não há jogos e as restrições de comércio nas ruas que contornam o Mineirão são inexistentes fazem com que apareçam vendedores informais, principalmente, do ramo de alimentos. Eles ficam em frente à entrada da imprensa.

Um desses vendedores é Edson Renato, que estaciona sua bicicleta bem simples com quatro caixas de isopor, sendo três destinadas a salgados na parte de trás e uma para bebidas como café, suco e refrigerante na dianteira da sua "lanchonete".

Um lanche com direito a um salgado e uma bebida sai ao preço de R$ 3,50 com Renato. Já no centro de mídia do Gigante da Pampulha, a cantina credenciada pela Fifa para os jornalistas vende a mesma refeição por R$ 11, ou seja, mais que o triplo.

"Não fico parado, eu giro pela cidade. Mas, nesses dias em que pode ficar do lado de fora, venho para o Mineirão. Tenho vendido bem, muitos estrangeiros estão comprando. Já atendi francês, colombiano, chileno, e todos muito simpáticos", disse.

Ainda existem outras opções, como uma caminhonete estacionada do outro lado da rua em que é possível comer sem ter que pagar preços acima da realidade. Um tradicional e incrementado macarrão na chapa, por exemplo, custa R$ 8,00.

Como comparação, o restaurante da imprensa oferece dois tipos de refeição. Um prato feito com estrogonofe, arroz e batata palha, que custa R$ 18,00, e há também a opção de buffet, que tem salada, arroz, feijão, massa e carne, a R$ 32,00.

 

 

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