Impacto para empregador é maior

iG Minas Gerais | Juliana Gontijo |

O impacto do adicional de periculosidade para o empregador será superior aos 30%, conforme o professor de Direito do Trabalho do curso Pro Labore, Carlos Cruz. “O adicional é de 30%, mas há reflexos nos demais encargos: férias, FGTS, INSS 13º e hora extra. No final das contas, o empregador acaba pagando de 45% a 50% mais”, explica.

Para ele, o consumidor final vai arcar com a mudança pagando mais pelo frete. Outro impacto deve acontecer nas contratações formais, que devem ser desestimuladas.

O desembargador do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais Sebastião Geraldo de Oliveira ressalta que ainda será necessário aguardar a regulamentação do Ministério do Trabalho, o que está previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). 

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