Situação é atípica e demanda mais policiamento

iG Minas Gerais | Joana Suarez / Luciene Câmara |

Para formar a tropa de 14 mil militares durante a Copa do Mundo, estão sendo utilizados o efetivo normal da capital e os reforços de batalhões especializados, áreas administrativas e do interior. Conforme informou o chefe da sala de imprensa da PM, major Gilmar Luciano, cerca de 500 policiais que atuam em missões especiais de cidades onde não há eventos do Mundial ou potencial turístico foram remanejados para a capital. “Os serviços comunitários e táticos móveis continuam normalmente nos municípios”, alegou.  

Lenin Pires, coordenador do curso de segurança pública da Universidade Federal Fluminense (UFF), acredita que a Copa é um momento peculiar que necessita de mais efetivo, mas pode servir de aprendizado. “Primeiro, é preciso verificar se os locais que não tem Copa ficaram desprotegidos. Depois, o aumento do efetivo é necessário e deve ser avaliado de acordo com os interesses da cidade”, disse Pires.

Segundo o major Gilmar, não tem como manter os policiais administrativos nas ruas após o Mundial porque eles exercem um papel fundamental na corporação. “Quem vai licitar gasolina para abastecer as viaturas?”, indagou. 

Férias

Escala. No período do Mundial, nenhum militar pôde tirar férias. A partir de 13 de julho, elas serão retomadas. Para isso foi feito um planejamento anual, evitando um acúmulo.

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