Diva do funk

No auge da carreira, cantora fala à SuperTV sobre o sucesso e faz mistério sobre os seus próximos passos

iG Minas Gerais | RENATO LOMBARDI |

Poderosa. Valeska conta tudo
FT / Divulgação
Poderosa. Valeska conta tudo

No cenário musical brasileiro não há como negar que a canção “Beijinho no Ombro” é um dos grandes hits que surgiram nos últimos meses, com direito a versões feitas por outros artistas e, até mesmo, por um coral. Intérprete desse grande sucesso, a funkeira Valesca Popozuda vive o auge de sua carreira. Ela, que deixou recentemente o grupo Gaiola das Popozudas para seguir carreira solo, esteve nesta semana em Belo Horizonte para se apresentar em uma casa noturna da cidade. Antes do show, ela conversou com a SuperTV e falou sobre a sua popularidade, algumas polêmicas envolvendo o nome dela, mas também fez mistério sobre o que vem depois de “Beijinho no Ombro”.

Você é considerada como uma das responsáveis pela popularização do funk e, com isso, se tornou bastante popular. Como é, para você, ser pop? Pop no sentido popular pra mim é tranquilo, não deixo de fazer nada do que fazia por isso. Evito, claro, causar tumulto, mas isso eu faço mesmo pela segurança das outras pessoas. Gosto bastante de ter minha imagem ligada ao funk, é algo que eu tenho paixão.

Houve uma mudança radical na sua carreira. Isso foi uma decisão sua? Por quê? Se eu saísse para fazer carreira solo e continuasse fazendo as mesmas coisas que fazia dentro da Gaiola das Popozudas não tinha por que sair. Então, eu quis a mudança para poder explorar um outro lado meu que poucas pessoas conheciam.

O que mais mudou na sua vida nessa nova fase? Na verdade, apenas a música de trabalho mudou, pois antes eu lançava primeiro um proibidão e depois vinha com uma música mais light. No palco a estrutura de show está maior. Tenho dançarinos, telão de led, ventiladores, canhão de confetes, técnico de som e de luz... coisas que na Gaiola não tinha.

Como você descreve a sua atual fase? Uma fase madura de minha vida.

Você deixou o proibidão de lado? Não, nos shows continuo cantando os proibidões normalmente.

“Beijinho no Ombro” virou um hit logo de cara. Você esperava toda essa repercussão? Eu sabia que a música era boa, mas não imaginava que fosse alcançar essa dimensão.

Ter sido citada na prova como “grande pensadora contemporânea” lhe rendeu muitas críticas. Mas você soube lidar muito bem com isso, né? Eu não liguei nem para o título de pensadora nem para as críticas. Esse tipo de crítica não me atinge, é uma opinião que cada um tem, e eu aprendi a respeitar o que cada um pensa.

Saiu na imprensa que você assinou contrato com uma grande gravadora. Há previsão de quando você lançará um CD? O que o público pode esperar dele? Segredo (risos). Bom, se tudo der certo, vem novidades por aí. É o máximo que ainda posso dizer (risos).

De fato, o seu visual mudou e muito de uns tempos pra cá. Como percebeu que poderia ainda mais investir na sua imagem, como investir em um stylist, por exemplo? Tem três anos que estou com uma stylist, mas só agora a imprensa notou (risos). Ela está comigo desde a época da Gaiola das Popozudas. Eu, como mulher, e não como artista, queria me vestir melhor. Quando fui para “A Fazenda”, eu já contava com a ajuda de uma stylist.

Qual a diferença do estilo da Valesca de antes e de hoje? Antes eu usava vestidinhos que ficavam horríveis e bregas, sapatos que não combinavam. Ou seja, eu era o erro com essas questões (risos).

Vira e mexe a gente vê você desfilando peças de grife e de estilistas renomados. Quais são suas marcas preferidas?  Na verdade, eu amo todas, mas uma Chanel tem o seu valor.

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